quarta-feira, 21 de junho de 2017

E’ il solstizio d'estate, il giorno più lungo dell’anno

Redazione ANSA  
Il caldo è scoppiato da giorni, ma adesso si può dare ufficialmente il benvenuto all'estate: il 21 giugno infatti è il solstizio d'estate, che è anche il giorno più lungo dell'anno, con oltre 15 ore di luce. Il solstizio è scattato poco dopo l'alba, alle 06,24, italiane. In quel momento ''il Sole ha raggiunto la sua massima distanza angolare a Nord dall'equatore celeste, che è la proiezione in cielo di quello della Terra'', ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope.


 Una conseguenza del solstizio estivo, ha osservato Masi,''è che la durata della porzione diurna del giorno sarà massima per il nostro emisfero. A Roma, ad esempio, il Sole è sorto alle 5,34 e tramonterà alle 20,48, restando al di sopra dell'orizzonte per quasi 15 ore e 14 minuti. Naturalmente, per l'emisfero australe questo giorno segna il solstizio invernale''.
Il termine solstizio, ha proseguito, deriva dal comportamento del Sole nel cielo e viene dal  termine latino solstitium, composto da sol-, Sole, e sistere, fermarsi. ''Proprio in questa data - ha detto - il Sole sembra infatti fermare la sua ascesa, per poi iniziare a riavvicinarsi all'equatore celeste, dapprima impercettibilmente, poi sempre più rapidamente, fino all'equinozio d'autunno''.

A descoberta arqueológica que pôs fim a antigo mito sobre 'cidade de gigantes' na Etiópia

Da BBC

Mesquita de HarlaaDireito de imagemPROF TIM INSOLL, UNIVERSITY OF EXETER
Image captionRuínas da mesquisa do século 12
Arqueólogos descobriram uma cidade "perdida" há mil anos na Etiópia, que, por ter paredes construídas com blocos exageradamente grandes, deu origem ao mito de que gigantes viviam na região.
Além das ruínas, os pesquisadores encontraram vários artefatos vindos de outras regiões do mundo - como Egito, Índia e China. Segundo os arqueólogos, a cidade era um importante e vibrante polo de comércio internacional.
Os especialistas não encontraram evidências que comprovassem o mito da "cidade de gigantes".
"Nós refutamos isto, mas não temos certeza de que eles (a população local) acreditam em nós", comentou arqueólogo-chefe da expedição, Timothy Insoll, professor da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha.
Os pesquisadores também descobriram uma mesquita do século 12, semelhante às encontradas na Tanzânia e Somália. Isso, segundo eles, comprova que as diferentes comunidades islâmicas na África se comunicavam.
A equipe ainda encontrou joias e artefatos de Madagascar, das Maldivas, Iêmen e China. Isso porque, segundo Insoll, Harlaa era um centro "rico e cosmopolita" de fabricação de joias.
"Os moradores de Harlaa faziam parte de uma comunidade misturada de estrangeiros e locais que realizavam comércio com outras populações do Mar Vermelho, Oceano Índico e possivelmente até do Golfo Árabe", explicou o pesquisador.
"Esta descoberta revoluciona nossa compreensão sobre o comércio em uma parte negligenciada da Etiópia em termos arqueológicos. O que encontramos mostra que esta área era o centro do comércio na região", disse Insoll.
.Direito de imagem.
Image caption.
Contas em HarlaaDireito de imagemPROF TIM INSOLL, UNIVERSITY OF EXETER
Image captionEssas contas são sinais de um comércio lucrativo na região
Escavações em HarlaaDireito de imagemPROF TIM INSOLL, UNIVERSITY OF EXETER
Image captionMais escavações são esperadas para o próximo ano
Os cientistas estão analisando os restos de cerca de 300 pessoas enterradas no cemitério local para saber mais sobre suas dietas. Novas escavações devem ser realizadas no local no próximo ano.

Encruzilhada religiosa

A Etiópia foi um dos primeiros lugares no mundo a serem habitados por humanos. Em 2015, pesquisadores descobriram ossos de mandíbulas e dentes no nordeste do país que datavam entre 3,3 milhões e 3,5 milhões de anos.
O reinado de Aksum, no que é hoje o norte da Etiópia, adotou o cristianismo copta, que era praticado no vizinho Egito, no ano de 333.
A rainha de Sabá, mencionada no Antigo Testamento, teria sido monarca deste reinado. Ela teria viajado a Jerusalém para conhecer o rei Salomão.
O islamismo chegou à Etiópia no século 7, trazido por discípulos muçulmanos fugindo da perseguição em Meca. A cidade de Harar, perto da região de Harlaa, é descrita pela Unesco como uma das cidades mais sagradas do Islamismo no mundo.
Harar tem 82 mesquitas, incluindo três que datam do século 10, e 102 templos.
Hoje há cerca de 30 milhões de cristãos e 25 milhões de muçulmanos no país, de acordo com o censo de 2007.

Stonehenge solsticio verão 2017



imagens WEB
21 junho 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Múmias egípcias tinham relação de parentesco com povos do Oriente Médio

Da Revista Galileu


  (Foto: Divulgação/Aegyptisches Museum und Papyrussammlung, SMB/Sandra Steiss)
Pesquisadores da Universidade de Tubinga e do Instituto Max Planck para Ciência da História Humana, na Alemanha, conseguiram identificar a origem étnica de parte dos egípcios antigos. De acordo com umaanálise realizada com mais de 90 DNAs de múmias, a maioria dos egípcios era parente de povos que viveram na região do Oriente Médio, como a Palestina, Mesopotâmia e Arábia Saudita. Foi a primeria vez que uma extração de genoma utilizando os últimos recursos tecnológicos foi realizada com sucesso em múmias de mais de 2.000 anos de idade.
Acreditava-se que a maioria dos habitantes do Egito Antigo descendia de populações negras da África, que habitavam os território ao sul do deserto do Saara. A análise de DNA dos egípcios da atualidade revela, no entanto, que o aumento da influência genética de outros povos africanos só começou a ocorrer recentemente — a hipótese é de que o contato entre egípcios e outras populações da África ocorreu durante o período da escravidão no continente. 
Os corpos analisados foram retirados de Abusir el-Meleq, no Médio Egito. O local era considerado um santuário a Osíris, rei do mundo dos mortos segundo a mitologia egípcia. As múmias datam de um perído conhecido como Novo Império, que se inicia em 1400 a.C. e se estende até 400 d.C, data que marca o término do domínio do Império Romano na região. 
Na maioria das múmias, os cientistas utilizaram o DNA mitocondrial — aquele presente nas mitocôndrias das células — para a análise, já que essa estrutura tende a ser preservada por mais tempo. No caso de um dos corpos, no entanto, os pesquisadores conseguiram mapear carcterísticas específicas como a pele clara, os olhos escuros e uma possível intolerânica à lactose.
Desde 1980 os especialistas tentam retirar o código genético das múmias encontradas, mas só há pouco tempo atrás a tecnologia necessária para isso começou a aparecer. Os cientistas pretendem, no futuro, analisar melhor as múmias enterradas mais ao sul do país, próximos à fronteira do Sudão. Os arqueólogos acreditam que nessas áreas existiram habitantes com descendência comum a de outros povos africanos.
(com informações de Phys.org)

Como é o templo asteca usado para sacrifícios humanos descoberto sob um hotel mexicano

Da BBC - Depois de um longo trabalho no subsolo de um hotel na Cidade do México, arqueólogos revelaram os detalhes dos últimos vestígios astecas descobertos na capital mexicana.
Os restos foram encontrados atrás da catedral católica da época da colonização espanhola localizada em frente à principal praça pública da capital mexicana, Zócalo.
O local abrigou um templo importante e uma quadra de jogos de bola onde a civilização realizava cerimônias religiosas - muitas vezes com sacrifícios humanos.
Os arqueólogos encontraram pedaços de cervicais humanas pertencentes a cerca de 30 pessoas. Segundo os especialistas, podem ser restos de jogadores decapitados, já que todos os pescoços pertencem a homens jovens e crianças.
Em algumas culturas pré-hispânicas, os perdedores dos jogos de bola eram decapitados e oferecidos aos deuses locais como oferenda.

Deus do vento

O templo era dedicado a Echécatl, o deus do vento, de acordo com os arqueólogos.
O local tinha uma estrutura circular, cuja base de pedra vulcânica continua conservada.
Sua forma redonda havia diferenciado a construção dos demais templos quadrados que dominavam o espaço mais sagrado para os astecas antes da conquista pelos espanhóis, em 1521.

Templo achado na Cidade do MéxicoDireito de imagemINAH
Image captionA forma redonda do templo é uma de suas principais características
Segundo o arqueólogo Eduardo Matos, investigador emérito do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), a parte superior do templo provavelmente foi construída para parecer uma serpente enrolada.
Os sacerdotes entravam por uma porta que foi construída para parecer o nariz da serpent
A quadra, de 50 metros de largura, também tinha uma pequena escada por onde deveriam entrar os jogadores.
Ambas as construções estão inseridas entre edifícios em um terreno de 800 metros quadrados.
Os achados confirmam os relatos dos primeiros cronistas espanhóis que visitaram a capital imperial asteca, Tenochtitlán.
Abaixo da escada da quadra, os arqueólogos encontraram uma oferenda usada em rituais.
Templo achado na Cidade do MéxicoDireito de imagemREUTERS
Image captionNos próximos meses, será construído um museu para que as pessoas visitem os restos do templo e da quadra

Mais descobertas

Esta não é a primeira vez em que se descobre um templo dedicado ao deus do vento no local.
Abaixo da catedral, por exemplo, existe outra construção de pedra vulcânica com boca de serpente.
E, lentamente, o trabalho dos arqueólogos vai revelando os restos do local sagrado pré-hispânico - conhecido hoje como Templo Mayor -, um espaço cerimonial de tamanho equivalente ao de duas quadras de futebol.
Maquete do Templo MayorDireito de imagemREUTERS
Image captionEssa maquete mostra como o Templo Mayor seria visto
Como muitas das construções da era colonial na Cidade do México foram feitas sobre as ruínas da capital asteca, Matos acredita que ainda há muitos achados arqueológicos a serem feitos.
"Estamos trabalhando nesta área por cerca de 40 anos e sempre há uma construção de algum tipo, então aproveitamos isso e nos envolvemos", diz Matos.
Nos próximos meses, as autoridades construirão um museu para que o local possa ser visitado por turistas.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Seis múmias são encontradas em túmulo faraônico perto de Luxor


mediaTuristas passeiam em Luxor, no EgitoReuters
Um grupo de arqueólogos descobriu seis múmias, sarcófagos de madeira de cores vivas e mil pequenas figuras funerárias em um túmulo da época dos faraós no sul do Egito, anunciou nesta terça-feira (18) o Ministério das Antiguidades.



O túmulo, próximo à cidade de Luxor, um verdadeiro museu a céu aberto, e ao Vale dos Reis, aparentemente pertencia a Userhat, um magistrado da 18ª dinastia (1550-1295 A.C.)k, que possuía o título de "juiz da cidade". Porém o túmulo teria sido reutilizado séculos depois já sob a 21ª dinastia para abrigar outras múmias.
"Foi uma surpresa encontrar tantos elementos dentro: utensílios de argila com o nome do proprietário do túmulo, vários sarcófagos e múmias, assim como mais de mil 'ushebti', pequenas estatuetas funerárias que eram colocadas nos túmulos para substituir o morto na tarefas do além", indicou o ministro Khaled Al Anani, durante uma visita organizada para a imprensa.
"É uma descoberta importante, e não está terminada", comemorou Anani. "Há seis múmias, mas há outros fragmentos que indicam que pode haver outras no futuro", disse a porta-voz do ministério, Nevine El Aref. O Egito aprovou recentemente vários projetos arqueológicos com a esperança de fazer novas descobertas.
http://br.rfi.fr/cultura/20170418-seis-mumias-sao-encontradas-em-tumulo-faraonico-perto-de-luxor
 

terça-feira, 28 de março de 2017

Coleiras de escravos foram encontradas

Sobre a mesa, parecem apenas dois aros de latão, duas braçadeiras... Investidas da história que carregam, anulam o peso real e ganham outra dimensão. As argolas douradas foram apertadas à volta dos pescoços de seres humanos como sinal de propriedade. Nem os cães as carregam assim, de metal frio. Os pormenores estéticos não escondem o horror da atitude e o símbolo da animalização do ser humano. Uma de tão pequena, parece ter sido feita para uma criança, à semelhança do que se praticava nas cortes metropolitanas dos europeus colonialistas ou nas famílias abastadas do Brasil, no tempo em que ser negro era sinónimo de ser escravo.

O mistério da coleira desaparecida do Museu Nacional de Arqueologia está resolvido, e em duplicado. No próximo dia 22 de abril, na exposição de artefactos ligados à escravatura, no âmbito da iniciativa “Lisboa, Capital Ibero-Americana de Cultura” os visitantes poderão ver, afinal, não uma, mas duas coleiras de latão que proprietários portugueses de Benavente e do Carvalhal obrigaram os seus escravos a usar ao pescoço, no século XVIII, como se fossem animais domésticos.
As peças, muito raras, repousaram em sossego durante cerca de 60 anos, embrulhadas em papel higiénico, num envelope de papel, nas instalações o Museu de Arqueologia (MNA), nos Jerónimos — excetuando um ligeiro abanão no final da década de 80 e outro já este século,em tempos de arrumações, Ninguém sabia delas até o Expresso tocar no assunto com uma investigação publicada no passado dia 4 de março, na qual se referia irem ser expostos dois desenhos feitos no princípio do século XX, em substituição dos objetos desaparecidos. O Expresso contou a história das coleiras — uma, com a certeza de que pertencia ao museu devido à inscrição no inventário, a que tinha a inscrição “Este preto pertence a Agostinho de Lafetá do Carvalhal de Óbidos”, da outra só se sabia o que estava gravado no latão: “Este escravo pertence a Luiz Cardozo de Mello morador em Benavente.” A investigação tomou conta da conversa do grupo dos mais antigos funcionários do MNA, que habitualmente almoça junto. Luísa Guerreiro, Luís e Adília Antunes, Adolfo Silveira, Maria José Albuquerque e Mário Jorge Almeida lamentavam o caso quando um deles disse lembrar-se de ter visto “umas coisas” conformes à descrição.
http://expresso.sapo.pt

Ruínas Celtas na "Pedra de Cashel" - Irlanda



Rock of Cashel (Pedra de Cashel), também é conhecida como Cashel of the Kings (Cashel dos Reis) e St. Patrick's Rock (Pedra de São Patrick). Localizada da provínncia de Manster.

Rock of Cashel em 1986

Esse lugar, muito famoso em toda a Irlanda, Inglaterra e também pela Europa, essas ruínas celtas datam  dos séculos 12/13, pertenciam aos reis de Munster há centenas de anos antes da invasão normanda. Foi o local onde São Patrick converteu o Rei ao cristianismo, no século 5. É um dos maiores ícones da arte e da arquitetura celta medieval encontrada na Europa.
Segundo a mitologia São Patrick baniu Satanás de uma caverna e a pedra da montanha surgiu nesse lugar. As construções que ainda existem são muito visitadas até hoje. A torre redonda é o mais alto (28m) dos prédios e o mais antigo (séc. 1100); a Capela Cormac, a capela do Rei Cormac Mac Carthaigh, iniciada em 1127; a Catedral; o Salão do Coral dos Vigários, construído no século 15, que na verdade eram leigos, ou cânones menores, designados a cantar na catedral. Além disso há também um cemitério, com cruzes adornadas de motivos celtas.
Desde 1975 o lugar está aberto para visitas. Demorou, hein!!!? Vamos às fotos, pois nem só de lugares desoladores e sombrios, vive o http://lugaresesquecidos.blogspot.com/.
















http://www.lugaresesquecidos.com.br/2011/02/ruinas-celtas-na-pedra-de-cashel.html

Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas (OBOD)

«Três coisas adoráveis numa pessoa: tranquilidade, sabedoria e bondade.»
Antiga Tríade Céltica

Nell'antico Egitto anche riti di tipo sciamanico

Redazione ANSA  
Non solo Horus, Akhenaton e le piramidi. In Egitto c'è stato spazio anche per riti sciamanici in un passato molto remoto, nel Neolitico. Lo dimostra la scoperta fatta dai ricercatori delll'università di Bonn, guidati da Ludwig Morenz, di alcune scene di caccia dipinte su rocce di 4.000 anni prima di Cristo, in una necropoli vicino Assuan, nell'area di Qubbet el-Hawa. 

Una delle 10 scoperte archeologiche più importanti in Egitto
Il ritrovamento è valso agli archeologi il premio per una delle attuali 10 scoperte archeologiche più importanti in Egitto, e potrebbe rappresentare un collegamento tra il periodo del Neolotico e la cultura degli antichi egizi. Da tempo oggetto di scavi, la necropoli di Qubbet el-Hawa, la cui storia va dal 2200 al quarto secolo prima di Cristo, ha offerto nuovi spunti con gli scavi del 2015, in cui sono state portate alle luce rocce con forme di arte molto più antiche del Neolitico del quarto millennio prima di Cristo, risalenti al 6.000 a.C., aprendo una nuova dimensione archeologica secondo gli esperti. 

Scene di caccia raffigurano riti sciamanici
Alcune scene incise su una parete rocciosa sono egizie per stile e iconografia, mentre altre sono pre-egizie per i disegni e la presentazione. Sono tratteggiate con puntini ed è possibile distinguere tre figure: un cacciatore con un arco, un uomo che danza con le braccia alzate, e tra di loro uno struzzo africano. L'arciere mostra chiaramente la caccia di un grande uccello incapace di volare, mentre l'uomo con le braccia alzate può essere un cacciatore-danzatore e sembra indossare una maschera di uccello. Una scena che ricorda il mondo concettuale della caccia e maschere dello sciamanesimo, noto in molte parti della Terra, ma del tutto nuovo per l'egittologia. 

Precedenti ritrovamenti
Delle pitture con piccole figure femminili danzanti, con le braccia sollevate e una maschera di uccello, sempre del 4 millennio a.C., e alcune maschere di argilla erano state scoperte qualche anno fa nella città di Nelhen, capitale politica dell'Alto Egitto. Ritrovamenti che ora mostrano una sorprendente coerenza con queste incisioni di Qubbet el-Hawa, e possono rappresentare un legame tra il periodo Neolitico europeo e la cultura dell'Antico Egitto.

www.ansa.it
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