sábado, 30 de janeiro de 2010
IMMA Brasil - Próximas atividades
Exposição de Arte Rupestre no Ribeirão da Ilha
10ª Caminhada Arqueoastronômica: 20 de março de 2010
9ºSimpósio Internacional de Arqueoastronomia:Peru 2011
http://www.immabrasil.com.br/
Exposição Itinerante de Arte Rupestre e Arqueoastronomia no Costão do Santinho, de 25 de janeiro a 25 de fevereiro.
Florianópolis possui um dos mais ricos acervos rupestres do mundo, com uma numerosa quantidade de pedras com gravações milenares. Para levar conhecimento da expressão artística e cultural dos povos antigos à comunidade da Grande Florianópolis e aos turistas o Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arqueoastronomia (IMMA), com incentivo do Fundo Estadual de Turismo, está promovendo exposições itinerantes de Arte Rupestre e Arqueoastronomia em Santa Catarina. A tenda itinerante de 12 x12 metros, foi montada pela primeira vez na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e já agendou a próxima na praia a praia do Santinho em parceria com o empreendimento Costão do Santinho, e nos meses seguinte vai se deslocar a praia de Jurerê ou Canasvieiras.
Também está agendando com o Shoping Itaguaçu para março de 2010. A partir de abril o projeto itinerante prevê exposições nas escolas e universidade de Santa Catarina e posteriormente para outros estados do Brasil e em 2011 o IMMA prevê exposições internacionais.
Em lugares de difícil acesso no litoral catarinense estão guardados os registros de uma sabedoria milenar, para facilitar o acesso e a interatividade com o acervo o IMMA conta com a mais completa coleção de arte rupestre em tamanho original, com um relógio solar, com dois painéis de 3x2m, um com fotos do Sambaqui de Ypuã em Laguna onde foi achado o relógio solar e no outro com foto aérea do promontório da Barra da Lagoa até a Ponta do Gravatá, estão inseridas as fotos dos monumentos megalíticos com seus respectivos alinhamentos astronômicos. Também conta com uma coleção de artefatos líticos encontrados em sítios arqueológicos e doados ao IMMA e para completar as atividades o público poderá conferir também a exposição "Paisagens Cósmicas - da Terra ao Big-Bang" que mostra uma viagem no tempo e no espaço, ricamente ilustrado com imagens de planetas, nebulosas, estrelas e galáxias. Trata-se de um verdadeiro exercício de "arqueologia cósmica".
As obras desta exposição fazem parte do acervo do Instituto, que vem sendo formado desde 2005 quando passou por Santa Catarina o mestre em Belas Artes Rodrigo Santiago Plata, difusor da técnica de frotagem utilizada para reproduzir os painéis da mostra. O trabalho de pesquisa e conscientização é coordenado pelo antropólogo Adnir Ramos, de Florianópolis, e conta com a assessoria do professor Germano Afonso, arqueoastrônomo da UFPR, e de Alexandre Amorim, astrônomo do GEA, grupo de estudos do Planetário da UFSC.
A técnica “frotagem” consiste em colocar tecido natural sobre a inscrição rupestre e friccionar com filme de carbono marcando no tecido a textura da pedra e da gravura registrando o estado do grafismo e da rocha sem agredir a inscrição rupestre copiada. Estas reproduções são trabalhadas posteriormente com cores como será mostrada na exposição.
Sobre o Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arqueoastronomia
O IMMA é uma ONG, com sede na Fortaleza da Barra da Lagoa de Florianópolis, que tem como objetivo o desenvolvimento de atividades educativas, culturais e execução de projetos em sítios arqueológicos e arqueoastronômicos visando à proteção dos monumentos megalíticos, dos sambaquis e da arte rupestre.
Envolvendo ações com abordagem multidisciplinar, associa um grupo de pessoas com interesses comuns nas áreas de desenvolvimento sócio-ambiental sustentável e na arqueoastronomia, ciência que busca entender a ancestral sabedoria dos povos originários que conheciam a ligação intrínseca do céu e da terra.
Suas principais atividades são cursos, palestras, entrevistas, visitas guiadas e exposições que visam divulgar e preservar os sítios arqueoastronômico e o meio ambiente.
Realizou em parceria com a empresa Biosfhera o projeto do “Parque Arqueoastronômico da Barra da Lagoa”, iniciativa que visa à proteção dos monumentos megalíticos e inscrições rupestres e de todo potencial turístico encontrados neste local.
Promove o Projeto Teatro e Educação Ambiental, com o objetivo de incentivar a educação ambiental através das artes cênicas, envolvendo crianças da rede pública municipal dos seguintes bairros: Barra da Lagoa, Lagoa da Conceição, e Retiro da Lagoa.
O IMMA, aproveitando o momento em que a comunidade vem tomando consciência dos danos que as sacolas plásticas causam a natureza está buscando recurso já aprovado através do FEPEMA por meio de convênio para manter o curso de confecção de sacolas Retornáveis.
O curso foi criado para ensinar senhoras da comunidade e donas de casa em geral a confeccionarem sacolas de materiais recicláveis para substituir as sacolas plásticas e aumentar sua renda familiar. Hoje a maiorias das sacolas plásticas dos supermercados não possui um destino certo e demoram centenas de anos para serem absorvidas pela natureza.
Atualmente também lidera a iniciativa para erradicação dos pinus elliotes do Parque da Galheta, reflorestamento e implantação de infra-estrutura nas trilhas públicas de acesso às praias e aos sítios arqueológico do parque e seu entorno.
Curiosidade
Pesquisas desenvolvidas desde a década de 1980 revelaram que a Capital do Estado de Santa Catarina tem um dos mais ricos acervos rupestres do planeta. A numerosa quantidade de pedras com gravações milenares, além de brunidores e monólitos, fez com que os pesquisadores do IMMA, Germano Bruno Afonso, Adnir Ramos e Keler Lucas, definissem Florianópolis como um dos grandes centros rupestres do hemisfério sul.
Confira no Mapa Interativo: Santinho
Fonte: Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arqueoastronomia
Ruínas de Machu Picchu não tiveram danos, dizem autoridades
Cidade ficará fechada até que trem volte a funcionar. Cerca de 175 mil pessoas que trabalham na região são prejudicadas.
Do G1, em São Paulo
O temporal que atingiu esta semana a região de Cuzco, no Peru, e deixou milhares de turistas ilhados não danificou as ruínas de Machu Picchu, informaram autoridades locais. Segundo Juan Garcia, diretor do Instituto Nacional de Cultura, que administra o parque onde fica Machu Picchu, as ruínas não foram danificadas pela chuva, mas a cidade ficará fechada até que o serviço ferroviário até o local volte a funcionar.
"A grande notícia é que Machu Picchu, como todos os locais feitos por nossos antepassados, está incólume, resistiu perfeitamente aos embates da natureza", afirmou o presidente da Câmara de Comércio de Cuzco, Carlos Milla.
Milla disse que as ruínas não foram atingidas por estarem construídas no ponto mais alto das montanhas e por ainda possuírem os sistemas de drenagem originais. Segundo ele, apesar de a atividade econômica ter sido prejudicada na região, afetando cerca de 175 mil empregos diretos e indiretos, a curto prazo o turismo recuperará sua força.
As autoridades peruanas terminaram na sexta-feira a operação de resgate aéreo dos quase quatro mil turistas - incluindo centenas de brasileiros - que estavam retidos em Machu Picchu após as chuvas.
Com informações da AP e da EFE
imagens arquivo virtual
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Fonte de arqueduto da Roma Antiga é localizada
Estrutura foi edificada na época do imperador Trajano há quase 2 mil anos.
Da BBC
Da BBC
Obra data de quase 2 mil anos (Foto: BBC)
Uma equipe de arqueólogos localizou a fonte de um aqueduto romano construído pelo imperador Trajano há quase 2 mil anos. As câmaras coletoras estavam sob uma igreja a noroeste de Roma. O aqueduto, com cerca de 40 km de extensão, foi inaugurado no ano 109 e era um dos onze que abasteciam Roma - uma cidade que crescia rapidamente e tinha um milhão de habitantes.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Rochas de Carnac
As Rochas de Carnac são uma fileira de 3000 monólitos que foram erguidos na comuna de Carnac, na Bretanha, França, por volta de 2000 a.C.
Os alinhamentos foram erigidos no Neolítico por comunidades sedentárias entre o quinto e o segundo milênio a.C..Essas tribos moravam em grandes casas de madeira e argila praticando a pecuária e a agricultura. O processo de sedentarismo tê-los-ia levado a criar um culto dos mortos através da construção coletiva de enormes túmulos, estelas gigantes, antas e fileiras de menires.
Os homens conheciam o jeito de manobrar as pesadas pedras com troncos e cordas. Experiências têm demonstrado a viabilidade de que poucos homens manejassem pesadas pedras. O grande menir de Locmariaquer, com um peso de 300 toneladas e de 20 metros de comprimento, de granito, é um exemplo de transporte e elevação dos monólitos.
Alinhamentos megalíticos
Alinhamentos de Carnac
A norte da povoação localizam-se os monumentos megalíticos mais famosos da região, destacam-se entre eles:
Alinhamento de Ménec
São formados por 1.099 menires fincados ao longo de 1 km, seguindo o eixo SO/NE. O
Estes alinhamentos, erguidos no Neolítico Médio (3000 a.C.), constituem o conjunto mais representativo de menires: 1099 menires fincados em 11 fileiras, espalhados ao longo de 1165 metros de comprimento por 100 metros de largura. Os menires crescem de tamanho para oeste (mais alto de eles mede 4 m), finalizando com um cromeleque, que ainda conserva 71 blocos.
Alinhamento de Kermario
Composto por 1.029 menires, contemporâneos aos de Ménec, descrevem 10 linhas paralelas de 1.120 metros de comprimento, o tamanho dos menires vai crescendo de leste para oeste.
Outros alinhamentos interessantes
imagens arquivo virtual
domingo, 24 de janeiro de 2010
Scoperta la sorgente dell'acquedotto di Traiano
Immagine tratta dal documentario "Roman Aqueduct Hunting in the Twenty first Century" prodotto e distribuito da MEON-TV (Ansa)
Roma, Corriere.it - Rimasto sconosciuto fino ai nostri giorni, è stato incredibilmente ritrovato nella provincia di Roma, in una zona sul Fosso della Fiora al confine tra il comune di Manziana e di Bracciano, il Caput Aquae dell'acquedotto di Traiano, ovvero la prima sorgente del percorso attorno al lago di Bracciano dell'acquedotto inaugurato nel 109 d.C. per servire la zona urbana di Trastevere.
NINFEO CON VOLTE BLU - A fare la scoperta, due documentaristi inglesi, Michael e Ted O'Neill, impegnati in una ricerca sugli acquedotti romani, che si sono imbattuti nei resti di un ninfeo con straordinarie volte colorate in blu egizio. E l'importanza del ritrovamento è confermata dall'archeologo Lorenzo Quilici, professore di topografia antica all'università di Bologna, che definisce il ninfeo «stupefacente». Coperto da una grotta artificiale che accoglieva una cappella della Madonna, risistemata agli inizi del Settecento dai principi Odescalchi - anticipa Quilici che il 28 gennaio illustrerà la scoperta insieme con Michael e Ted O'Neill in una conferenza stampa a Roma - è venuto fuori un monumento «che si è rivelato un ninfeo, costruito all'origine delle prime sorgenti dell'acquedotto», un monumento straordinario, dice il professore, «che possiamo paragonare al Canopo di Villa Adriana o al Ninfeo di Egeria nel Triopo di Erode Attico sull'Appia Antica.
CANALI PERCORRIBILI - Si tratta, racconta Quilici, «di una cappella centrale dedicata al dio della sorgente o alle ninfe, che si approfondisce ai lati in due bacini coperti da straordinarie volte ancora colorate in blu egizio che, alla base, con un ardito sistema di blocchi messi a filtro, accoglievano l'acqua in due laghetti, dai quali partiva il canale dell'acquedotto». Le strutture, alte fino a 8-9 metri, sono realizzate, spiega il professore, »in opera laterizia e in opera reticolata assai raffinata e gli ambienti, con le volte a botte e a crociera, i pozzi, i cunicoli di captazione che vi si convergono, il canale che principia l'acquedotto sotterraneo sono oggi tutti percorribili perchè privati dell'acqua».
LE RADICI DELL'ALBERO DI FICO - Entrarvi al momento è un'avventura, raccontano Michael e Ted O'Neill, padre e figlio, documentaristi per la MEON HDTV Productions, perchè il luogo, che si trova all'interno di una piccola proprietà dove si allevano maiali, è incolto e soprattutto coperto da un gigantesco albero di fico che con le sue radici scende fino al più profondo del ninfeo, minandone tra l'altro la struttura. Fatica ricompensata però, secondo Quilici, «dall'emozione di accedere a un monumento rimasto segreto per secoli e straordinario nella sua architettura».
LE MONETE CON IL DIO FLUVIALE - L'acquedotto di Traiano è stato il penultimo in ordine di tempo degli undici grandi acquedotti che rifornivano Roma antica. Inaugurato nel 109 d.C, è rimasto praticamente sempre in funzione. All'inizio del Seicento Paolo V lo fece restaurare. L'acquedotto papale prendeva però l'acqua dal lago di Bracciano, come fa ancora all'incirca il condotto attuale, mentre l'acquedotto romano captava lungo il suo percorso le acque delle sorgenti che alimentavano il bacino. Per celebrare la sua opera, Traiano fece coniare anche delle monete sulle quali è raffigurata l'immagine semisdraiata di un dio fluviale sotto un grande arco affiancato da colonne. Per secoli si è creduto che l'immagine rimandasse alla mostra d'acqua che l'imperatore avrebbe costruito sul Gianicolo, anticipando di 1500 anni il fontanone di Paolo V. Ma forse - è l'ipotesi suggestiva degli O'Neill - quello raffigurato sulla moneta è proprio il ninfeo grotta di Bracciano, che ora, è la speranza di Ted e Michael che per questo si sono rivolti alla soprintendenza, dovrebbe essere studiato e restaurato. (Fonte Ansa)
sábado, 16 de janeiro de 2010
Arqueólogo descobre no AM novas marcas gigantes de povos ancestrais
Geoglifos foram encontrados em Boca do Acre (AM).
Veja os desenhos antepassados por meio de imagens de satélite.
Iberê Thenório
Do Globo Amazônia, em São Paulo
A- A+ Em pouco tempo, arqueólogos poderão trabalhar por computador, dentro de uma sala fechada, com ar condicionado. Essa é a aposta do cientista Alceu Ranzi, que tem usado imagens de satélite do Google Earth para descobrir marcas gigantes, conhecidas como geoglifos, deixadas por povos ancestrais que viveram na Amazônia há pelo menos 700 anos.
Os últimos desenhos foram encontrados nas proximidades da cidade de Boca do Acre, no Amazonas. São cinco conjuntos de formas geométricas, com círculos, quadrados e linhas, que chegam a medir mais de um quilômetro de um extremo ao outro.
De tão grandes, os geoglifos recém descobertos só são perceptíveis do alto. “Não se vê no campo. Há uma diferença na cor da grama, mas é muito tênue. Se não houvesse imagens de satélite, não haveria a menor condição [de fazer a descoberta]”, conta o arqueólogo, que é pesquisador da Universidade Federal do Acre (UFAC).
Até agora, já são cerca de 300 geoglifos registrados no Acre e no Amazonas. Ranzi explica que já sabia da existência dos desenhos de Boca do Acre desde 2006, mas só queria divulgar a notícia por meio de uma revista científica. No início do mês, ele assinou com dois colegas um artigo na “Antiquity”, publicação especializada em arqueologia, em que descreve as cinco marcas encontradas no Amazonas.
Mistério
Desde a década de 1970, quando cientistas perceberam a existência dos geoglifos brasileiros, essas formas geométricas intrigam arqueólogos. Até agora, não se sabe exatamente para que serviam, mas dão a pista de que ali, no meio da floresta, poderiam existir civilizações mais complexas e numerosas do que se imagina. Para desenhar geoglifos, eles tinham que ter conhecimentos de geometria e serem capazes de realizar grandes obras.
Geoglifo é cortado por estrada na fronteira do Acre com o Amazonas. Marcas deixadas por antepassadas só foram descobertas na década de 1970. Por serem difíceis de ver do chão, a maioria delas passou despercebida pelos moradores da região. (Foto: Diego Gurgel-Projeto Geoglifos/Divulgação)Tanto no Acre quanto no Amazonas, as marcas só foram descobertas por causa do desmatamento, que “limpou” o terreno e tornou os desenhos visíveis. Como as estruturas são profundas – os sulcos chegam a ter 12 metros de largura e quatro de profundidade -, acredita-se que ali, pelo menos sobre os geoglifos, houve um período em que não havia floresta.
“Será que era realmente floresta [quando se construiu os desenhos] ou eles ocuparam essa área em um momento de crise climática, como essa de 2005?”, conjectura Ranzi.
Ainda não se sabe qual era a função das marcas profundas cavadas no chão, mas especialistas imaginam que as formas geométricas não foram desenhadas à toa, e tinham algum significado. Entre as hipóteses sobre as funções dos geoglifos estão a de que eles serviam como fortificações ou como templo religioso.
http://www.globoamazonia.com/
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