terça-feira, 29 de maio de 2018

Arqueólogos descobrem novos geóglifos perto de Linhas de Nazca no Peru...

Usando drones, arqueólogos descobriram mais de 25 geóglifos entalhados em uma área do deserto costeiro do sul do Peru perto das Linhas de Nazca, disse uma autoridade do Ministério da Cultura na segunda-feira.

 Divulgacão/Ministér... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/reuters/2018/05/29/arqueologos-descobrem-novos-geoglifos-perto-de-linhas-de-nazca-no-peru.htm?cmpid

sábado, 14 de abril de 2018

Pedras fundamentais de Stonehenge estavam lá antes da Humanidade existir

Segundo arqueólogo, a localização do monumento não foi escolhida ao acaso, mas por um fenômeno naquela posição específica.


Feito em algum ponto entre 5 mil e 4 mil anos atrás, Stonehenge é desses lugares com uma aura de mistério. Como pedras de até 50 toneladas foram carregadas para lá, de uma pedreira a 30 km de distância, como foram empilhadas e por quê?
Essas perguntas tem respostas hipotéticas (veja ao final). Mas uma outra acaba de ser respondida a contento: por que foi feito onde foi? E não, digamos, convenientemente perto das pedreiras?
O arqueológo independente Mike Pitts, que fez extensas escavações no local no fim dos anos 70, acaba de publicar um estudo que, acredita, responde a isso. Numa longa matéria no Journal of British Archaeology("Journal de Arqueologia Britâniica), argumenta  que as partes mais fundamentais de Stonhenge sempre estiveram lá. 
Ao lado das chamadas Pedra do Calcanhar e a Pedra 16, havia indícios de covas naturais. O que, segundo ele, indica o local onde as pedras estavam originalmente, por possivelmente muitos milhões de anos. Elas simplesmente foram escavadas e levantadas numa nova posição. 
As duas pedras projetam uma sombra alinhada ao centro do monumento nos solstícios de verão e inverno. Como essas sombras parecem ter sido absolutamente fundamentais no funcionamento do monumento, a ideia é que as pessoas do neolítico notaram isso, as tornaram um ponto de reverência, e o monumento surgiu em volta delas. A Pedra do Calcanhar, inclusive, não foi trabalhada, mas mantida ao natural.
Pitts afirma que não tem certeza absoluta de que sejam essas duas pedras as que estavam nas covas — testes químicos serão necessários para provar que elas não vieram da mesma pedreira que as outras, ou que não há outras pedras originais. Mas se mantém firme na teoria de que já havia algo no local de Stonehenge antes de Stonehenge. 
"Nada disso quer dizer que Stonehenge é uma criação mesolítica, de caçadores-coletores, e não povos agrícolas", afirma Pitts em seu blog. "Stonehenge em si continua, pelas evidências atuais, sendo algo que começou por volta do ano 3000 a.C. O que estou sugerindo é que, quando isso aconteceu, o local já estava atraindo as pessoas por provavelmente uma variedade de razões."
Assim como as pirâmides, Stonehenge não é um mistério tão grande assim. Testes práticos confirmaram algumas hipóteses principais, de que era possível, sim, fazê-lo com tecnologia neolítica. O mais aceito é que as pedras foram levadas com trenós ou troncos, empilhadas através de cordas, hastes e rampas, e o local era um templo com significado astronômico ligado ao solstício de inverno — um sentido que, de acordo com uma teoria mais recente, pode ser até sexual.
Na ilustração do arqueólogo, a Pedra do Calcanhar (heelstone) aparece no canto superior direito, a Pedra 16 (Stone 16), no inferior esquerdo. Borrões vermelhos indicam as covas Mike Pitts

Fábio Marton

Mais de 50 geoglifos são descobertos em deserto de Nazca, no Peru

Com drones e imagens de satélite, arqueólogos peruanos descobriram mais de meia centena de misteriosas linhas e geoglifos no deserto de Nazca, Peru, com mais de 2000 anos de antiguidade.

"Identificamos novos geoglifos, no total estamos falando de uns 15 a 20 grupos de figuras, que se identificamos individualmente estamos falando de entre 50 e 60 figuras novas", disse à AFP o arqueólogo Johny Isla, um dos responsáveis pela descoberta, junto com seu colega Luis Jaime Castillo.

As novas linhas teriam sido traçadas antes das famosas linhas de Nazca e estão situadas nas colinas que circundam os valles de Palpa, longe de onde estão localizadas as de Nazca mas na mesma região costeira de Ica, sul do Peru.

A descoberta compreende figuras humanas, aves e felinos, que com o passar do tempo e os ventos na zona se tornaram imperceptíveis para o olho humano no nível da superfície.
"Estes geoglifos são mais antigos que os da cultura Nazca. Pertencem às culturas Paracas e Topará, que são bastante desconhecidas", afirmou Isla.
A descoberta foi publicada na última edição da revista National Geographic.

"A maioria destas figuras é de guerreiros", afirmou Castillo, partidário do uso de drones para tarefas arqueológicas, citado na revista.
"Estes podiam ser vistos a partir de certa distância, de modo que as pessoas os haviam visto, mas com o tempo ficaram completamente apagados", acrescentou.
Segundo os pesquisadores peruanos, que contaram com o apoio de colegas americanos do projeto GlobalXplorer, algumas das imagens descobertas poderiam remontar a um período que abarca entre os anos 500 a 200 antes da era cristã. Os arqueólogos estão convencidos, no entanto, de que os geoglifos foram feitos durante a civilização da cultura Nazca, cujos habitantes ocuparam a zona do anos 200 ao 700 da era cristã.
As famosas linhas de Nazca, reconhecidas como Patrimônio da Humanidade, são geoglifos de mais de 2.000 anos de antiguidade com figuras geométricas e de animais, que só podem ser apreciadas a partir do céu. Seu significado real é um enigma: alguns pesquisadores as consideram um observatório astronômico, outros um calendário.

AFP/WWW.GLOBO.COM

quarta-feira, 21 de junho de 2017

E’ il solstizio d'estate, il giorno più lungo dell’anno

Redazione ANSA  
Il caldo è scoppiato da giorni, ma adesso si può dare ufficialmente il benvenuto all'estate: il 21 giugno infatti è il solstizio d'estate, che è anche il giorno più lungo dell'anno, con oltre 15 ore di luce. Il solstizio è scattato poco dopo l'alba, alle 06,24, italiane. In quel momento ''il Sole ha raggiunto la sua massima distanza angolare a Nord dall'equatore celeste, che è la proiezione in cielo di quello della Terra'', ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope.


 Una conseguenza del solstizio estivo, ha osservato Masi,''è che la durata della porzione diurna del giorno sarà massima per il nostro emisfero. A Roma, ad esempio, il Sole è sorto alle 5,34 e tramonterà alle 20,48, restando al di sopra dell'orizzonte per quasi 15 ore e 14 minuti. Naturalmente, per l'emisfero australe questo giorno segna il solstizio invernale''.
Il termine solstizio, ha proseguito, deriva dal comportamento del Sole nel cielo e viene dal  termine latino solstitium, composto da sol-, Sole, e sistere, fermarsi. ''Proprio in questa data - ha detto - il Sole sembra infatti fermare la sua ascesa, per poi iniziare a riavvicinarsi all'equatore celeste, dapprima impercettibilmente, poi sempre più rapidamente, fino all'equinozio d'autunno''.

A descoberta arqueológica que pôs fim a antigo mito sobre 'cidade de gigantes' na Etiópia

Da BBC

Mesquita de HarlaaDireito de imagemPROF TIM INSOLL, UNIVERSITY OF EXETER
Image captionRuínas da mesquisa do século 12
Arqueólogos descobriram uma cidade "perdida" há mil anos na Etiópia, que, por ter paredes construídas com blocos exageradamente grandes, deu origem ao mito de que gigantes viviam na região.
Além das ruínas, os pesquisadores encontraram vários artefatos vindos de outras regiões do mundo - como Egito, Índia e China. Segundo os arqueólogos, a cidade era um importante e vibrante polo de comércio internacional.
Os especialistas não encontraram evidências que comprovassem o mito da "cidade de gigantes".
"Nós refutamos isto, mas não temos certeza de que eles (a população local) acreditam em nós", comentou arqueólogo-chefe da expedição, Timothy Insoll, professor da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha.
Os pesquisadores também descobriram uma mesquita do século 12, semelhante às encontradas na Tanzânia e Somália. Isso, segundo eles, comprova que as diferentes comunidades islâmicas na África se comunicavam.
A equipe ainda encontrou joias e artefatos de Madagascar, das Maldivas, Iêmen e China. Isso porque, segundo Insoll, Harlaa era um centro "rico e cosmopolita" de fabricação de joias.
"Os moradores de Harlaa faziam parte de uma comunidade misturada de estrangeiros e locais que realizavam comércio com outras populações do Mar Vermelho, Oceano Índico e possivelmente até do Golfo Árabe", explicou o pesquisador.
"Esta descoberta revoluciona nossa compreensão sobre o comércio em uma parte negligenciada da Etiópia em termos arqueológicos. O que encontramos mostra que esta área era o centro do comércio na região", disse Insoll.
.Direito de imagem.
Image caption.
Contas em HarlaaDireito de imagemPROF TIM INSOLL, UNIVERSITY OF EXETER
Image captionEssas contas são sinais de um comércio lucrativo na região
Escavações em HarlaaDireito de imagemPROF TIM INSOLL, UNIVERSITY OF EXETER
Image captionMais escavações são esperadas para o próximo ano
Os cientistas estão analisando os restos de cerca de 300 pessoas enterradas no cemitério local para saber mais sobre suas dietas. Novas escavações devem ser realizadas no local no próximo ano.

Encruzilhada religiosa

A Etiópia foi um dos primeiros lugares no mundo a serem habitados por humanos. Em 2015, pesquisadores descobriram ossos de mandíbulas e dentes no nordeste do país que datavam entre 3,3 milhões e 3,5 milhões de anos.
O reinado de Aksum, no que é hoje o norte da Etiópia, adotou o cristianismo copta, que era praticado no vizinho Egito, no ano de 333.
A rainha de Sabá, mencionada no Antigo Testamento, teria sido monarca deste reinado. Ela teria viajado a Jerusalém para conhecer o rei Salomão.
O islamismo chegou à Etiópia no século 7, trazido por discípulos muçulmanos fugindo da perseguição em Meca. A cidade de Harar, perto da região de Harlaa, é descrita pela Unesco como uma das cidades mais sagradas do Islamismo no mundo.
Harar tem 82 mesquitas, incluindo três que datam do século 10, e 102 templos.
Hoje há cerca de 30 milhões de cristãos e 25 milhões de muçulmanos no país, de acordo com o censo de 2007.

Stonehenge solsticio verão 2017



imagens WEB
21 junho 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Múmias egípcias tinham relação de parentesco com povos do Oriente Médio

Da Revista Galileu


  (Foto: Divulgação/Aegyptisches Museum und Papyrussammlung, SMB/Sandra Steiss)
Pesquisadores da Universidade de Tubinga e do Instituto Max Planck para Ciência da História Humana, na Alemanha, conseguiram identificar a origem étnica de parte dos egípcios antigos. De acordo com umaanálise realizada com mais de 90 DNAs de múmias, a maioria dos egípcios era parente de povos que viveram na região do Oriente Médio, como a Palestina, Mesopotâmia e Arábia Saudita. Foi a primeria vez que uma extração de genoma utilizando os últimos recursos tecnológicos foi realizada com sucesso em múmias de mais de 2.000 anos de idade.
Acreditava-se que a maioria dos habitantes do Egito Antigo descendia de populações negras da África, que habitavam os território ao sul do deserto do Saara. A análise de DNA dos egípcios da atualidade revela, no entanto, que o aumento da influência genética de outros povos africanos só começou a ocorrer recentemente — a hipótese é de que o contato entre egípcios e outras populações da África ocorreu durante o período da escravidão no continente. 
Os corpos analisados foram retirados de Abusir el-Meleq, no Médio Egito. O local era considerado um santuário a Osíris, rei do mundo dos mortos segundo a mitologia egípcia. As múmias datam de um perído conhecido como Novo Império, que se inicia em 1400 a.C. e se estende até 400 d.C, data que marca o término do domínio do Império Romano na região. 
Na maioria das múmias, os cientistas utilizaram o DNA mitocondrial — aquele presente nas mitocôndrias das células — para a análise, já que essa estrutura tende a ser preservada por mais tempo. No caso de um dos corpos, no entanto, os pesquisadores conseguiram mapear carcterísticas específicas como a pele clara, os olhos escuros e uma possível intolerânica à lactose.
Desde 1980 os especialistas tentam retirar o código genético das múmias encontradas, mas só há pouco tempo atrás a tecnologia necessária para isso começou a aparecer. Os cientistas pretendem, no futuro, analisar melhor as múmias enterradas mais ao sul do país, próximos à fronteira do Sudão. Os arqueólogos acreditam que nessas áreas existiram habitantes com descendência comum a de outros povos africanos.
(com informações de Phys.org)
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