domingo, 9 de setembro de 2007

AS PEDRAS DE ICA



Em 1969, na região desértica de Ocucaje, nos arredores da cidade de Ica, Perú, uma estranha coleção de pedras gravadas chegou às mãos do doutor Javier Cabrera Darquea. O doutor Darquea começou a receber estas “incríveis e fantásticas” pedras de humildes camponeses da região. Estas pedras, com conhecimentos de medicina, zoologia, biologia, astronomia, possuem as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais pré-históricos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos “pássaros”, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes,etc.



Algumas destas mais de onze mil pedras gravadas, referenciam o que parecem ser homens e dinossauros convivendo, em uma mesma época. Se assim o for, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da Era Secundária, isto é, mais de 65 milhões de anos. Isso pode parecer difícil, senão impossível. Porém, na região da Califórnia – EUA, foram encontradas pegadas fossilizadas, lado-a-lado, de homens e dinossauros, em uma camada calcárea já enterrada, indicando que estes conviveram a mesma época. Isso indica que talvez tenha existido outra, ou outras humanidades anteriores à nossa.



O mesmo pode ser dito sobre a extinção dos dinossauros. Cabrera, mais uma vez baseando-se nos seus estudos das pedras, chegara a conclusão que o violento e súbito desaparecimento desses monstros, poderia ter sido a queda de um enorme asteróide, ou, talvez, ao choque de um cometa. Anos mais tarde, um cientista norte-americano recebe um prêmio Nobel, por lançar ao mundo a mesma teoria.



Cabrera também fez referência a uma segunda lua, que fazia órbita em volta da Terra. Estas duas luas apareceram em inúmeras pedras gravadas. O mais intrigante, é que na Cordilheira dos Andes, e entre os sumérios, existem várias e antiqüíssimas “lendas” nas quais, precisamente, menciona uma remota civilização integrada por “homens de pequena estatura e grande crânio”, os quais precisaram refugiar-se nas cavernas do altiplano em decorrência da queda de uma das duas luas que, então, giravam em torno do planeta.


Como explicar a presença, nos “mapa-mundi” da “biblioteca” de Ocucaje, da língua de terra unindo, na antiguidade, os continentes sul-americano e antártico?Como explicar a “coincidência” destes mapas com os mapas de Piri Reis? Será que os supostos falsificadores tiveram acesso aos mapas deste almirante turco? Mas que falsificador iria se dar ao trabalho de “confeccionar” mais de onze mil pedras gravadas? Como explicaríamos então as datas coincidentes com as dos túmulos pré-colombianos? E os conhecimentos científicos divulgados pelo doutor Javier antes de serem “oficialmente” descobertos?


Nas Pedras de Ica existem inscrições onde aparecem pirâmides erguidas na zona do Equador. Elas serviriam para captar e distribuir a energia elétrica pela Terra. Eles utilizavam esta energia também para influenciar eventos astronômicos.


Isso fez com que o planeta aumentasse o seu magnetismo e atraiu duas dessas luas. Foi quando elas despencaram literalmente na Terra causando o maior cataclismo já vivenciado pelo nosso planeta.


Teóricamente, com o impacto o continente de Atlântida foi deslocado e formou parte da Europa e África, Mú se formou parte da Ásia, Malásia e algumas ilhas do pacífico, como a Polinésia Francesa. A ilha de Páscoa seria o resto de algum desses continentes.


Em Nazca, existem milhares de linhas geométricas e animais desenhados no seu solo, e o mais interessante você só pode vê-los do alto. Alguns arqueólogos afirmam que estes desenhos foram feitos por tribos nômades para indicar às outras tribos, onde havia água, cordilheiras, povos e eventos astronômicos, mas se elas só podem ser vistos do alto, como estes povos conseguiriam ler os desenhos? Para Cabrera essas linhas representam uma energia matrix e campos elétricos, simbolicamente representados na planície, e que de certa forma nos faz lembrar dos misteriosos círculos ingleses.


Chegou-se a pensar, que estas mais de onze mil pedras gravadas seriam o resultado de uma trabalhosa falsificação contudo, as análises efetuadas sobre a pátina que as cobre, e nas pedras encontradas nos sepultamentos pré-colombianos indicam que não. Entretanto, mais fatos e achados acontecidos nos últimos anos comprovam a veracidade desta “biblioteca megalítica”.



Dr. Javier Cabrera, estuda no seu museu particular na vila de Ica, ao norte de Nazca, no Peru. À essas pedras ele deu o nome de gliptolíticos.


Em 1974/75, Javier Cabrera, com base nos estudos realizados nas pedras, anunciou que o hormônio contra a rejeição, vital para os transplantes, deveria ser procurado nos fluidos da mulher grávida. Seis anos mais tarde, em 1980, uma equipe de médicos ingleses chegava a esta conclusão...


Cirurgia?



Mais curiosidades


Ágnato: um peixe sem maxilares que viveu em nosso planeta em plena era paleozóica ou primária, há mais de trezentos milhões de anos. Essa pedra é uma das cem que existem na "biblioteca" lítica sobre o ciclo biológico desse animal. Como pode ter sido gravado todo o ciclo biológico desse ser, sem o homem conhecê-lo e sem dispor de conhecimento científico?


Animal domesticado: uma das muitas pedras que mostram como o homem daquela época conseguia domesticar algumas espécies como o tricerápodes.


Astrônomos: O que será que esses dois estavam querendo ver?


Cavalos com dedos: existem muitas imagens de cavalos com dedos nas patas.

Os Incas souberam da existência desses animais muito tempo antes dos espanhóis terem trazido os cavalos para a América e, segundo Cabrera, o souberam através das milhares de pedras escondidas no deserto de Ica.

Um comentário:

João disse...

Excelente artigo.
Embora já soubesse da existência das pedras de Ica, o seu artigo é muito abrangente e verossímil.

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