segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Descoberta arqueológica prova que Buda nasceu no século VI a.C. .

  • Restos de uma estrutura de madeira e tijolos foram encontrados no mais antigo santuário budista do mundo, e pela primeira vez ligam o líder espiritual a um século específico
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  • Escavações foram feitas dentro do templo sagrado Maya Devi, em Lumbini, no Nepal, considerado Patrimônio Mundial pela Unesco e há tempos identificado como o local de nascimento de Buda
O Globo

Arqueólogos Robin Coningham e Kosh Prasad Acharya nas escavações do templo Maya Devi; ao fundo monges tailandeses meditam.
Foto: National Geographic / Ira Block
Arqueólogos Robin Coningham e Kosh Prasad Acharya nas escavações do templo Maya Devi; ao fundo monges tailandeses meditam. National Geographic / Ira Block
WASHINGTON - Arqueólogos encontraram no Nepal evidências de uma estrutura no local de nascimento de Buda que data do século VI a.C., e é o primeiro material arqueológico que liga a vida de Buda a um século específico.


Em escavações dentro do templo sagrado Maya Devi, em Lumbini, no Nepal (considerado Patrimônio Mundial pela Unesco e há tempos identificado como o local de nascimento de Buda) os arqueólogos descobriram os restos de uma estrutura de madeira sob tijolos com um espaço aberto no centro, como um santuário, datada do século VI a.C. A pesquisa foi parcialmente financiada pela National Geographic Society e será publicada na edição de dezembro da revista “Antiquity”.

Até agora, uma das primeiras evidências arqueológicas das estruturas do Budismo em Lumbini datava do século III a.C., do tempo do Imperador Asoka, que promoveu a expansão do Budismo do atual Afeganistão a Bangladesh.

- Muito pouco se sabe da vida de Buda, a não ser por textos e tradição oral - disse o arqueólogo Robin Coningham, da Universidade de Durham, no Reino Unido, coautor da investigação. - Agora, pela primeira vez, temos uma sequência arqueológica em Lumbini que mostra um prédio tão antigo quanto o século VI a.C.

O time internacional de arqueólogos, liderado por Coningham e Kosh Prasad Acharya, do Pashupati Area Development Trust, no Nepal, acredita que a descoberta contribui para um maior entendimento do desenvolvimento do Budismo, assim como a importância espiritual de Lumbini.

Para determinar as datas do santuário de madeira e da estrutura de tijolos, fragmentos de carvão e grãos de areia foram testados usando uma combinação de radiocarbono e técnicas de luminescência opticamente estimulada. Pesquisas geoarqueológicas também confirmaram a presença de raízes de árvores antigas no vazio central do templo — textos sobre o nascimento de Buda contam que a rainha Maya Devi no momento de dar à luz, em vez de sentir dor, teve uma visão: viu-se apoiada numa árvore, segurando um de seus ramos com a mão direita, enquanto os deuses Brahma e Indra tiravam dela, sem dor, uma criança.

- A Unesco está muito orgulhosa de estar associada a esta importante descoberta em um dos lugares mais sagrados para uma das religiões mais antigas do mundo - disse a diretora geral da Unesco, Irina Bokova, que pediu “mais pesquisas arqueológicas, trabalho de conservação e gerenciamento do sítio” para garantir a proteção de Lumbini.

- O governo do Nepal não poupará esforços para preservar este site - anunciou Ram Kumar Shrestha, ministro da Cultura, Turismo e Aviação Civil do Nepal.

Lumbini é um dos sítios arqueológicos associados à vida de Buda, os outros são Bodh Gaya, onde Buda se tornou iluminado; Sarnath, onde ele fez a primeira pregação; e Kusinagara, onde ele morreu. O templo Maya Devi continua sendo um santuário, tanto que os arqueólogos tiveram que trabalhar na presença de monges, freiras e peregrinos.

La cantina più antica mai scoperta

Ha 3.700 anni, produceva vino dolce speziato


Gli orci che contevano il vino nella cantina più antica mai scoperta (fonte:  Eric H. Cline, George Washington University)     
 Gli orci che contevano il vino nella cantina più antica mai scoperta 
(fonte: Eric H. Cline, George Washington University) 
 
Conteneva 40 orci di vino bianco e rosso dolce e speziato, la cantina più antica e grande mai conservata: ha 3.700 anni ed è stata scoperta tra le rovine di una città cananea chiamata Tel Kabri, nel Nord di Israele. La scoperta si deve a un gruppo statunitense e israeliano della George Washington University, Brandeis University e università di Haifa. Il risultato è stato presentato a Baltimora, nel convegno annuale delle Scuole Americane di Ricerche Orientali.

Le giare hanno una capacità di 50 litri ognuna, in totale l'equivalente di circa 3.000 bottiglie di vino, e sono rimaste sepolte sotto una coltre di fango, mattoni e intonaco a causa del crollo della cantina, probabilmente per un terremoto.

La cantina si trovava nei pressi di una sala per banchetti destinati all'élite di Tel Kabri e agli ospiti stranieri illustri. ''E' una scoperta straordinaria: è una cantina che, a nostra conoscenza non ha eguali per età e dimensioni'' osserva Eric Cline, della George Washington University.

Ad attirare l'attenzione dei ricercatori è stata una giara emersa dagli scavi nell'antico palazzo governativo della città, risalente al 1.700 avanti Cristo.
 
Dopo la prima giara, racconta Cline, sono emersi 10 e poi 15, fino a 40 vasi contenuti in un ambiente grande circa 34 metri quadrati.

Analizzando i frammenti dei vasi e i residui organici sono state rilevate tracce di acido tartarico e siringico, entrambi componenti chiave nel vino, nonché resti di miele, menta, cannella, bacche di ginepro e resine, tutti ingredienti che nell'antichità si aggiungevano al vino. La ricetta è simile a vini medicinali usati nell'antico Egitto per 2.000 anni.
 
Ogni vaso conteneva le stesse proporzioni di ciascun composto segno, che la ricetta di questo vino è stata seguita rigorosamente in ogni vaso.

www.ansa.it

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Egípcios mumificavam carnes para 'consumo' com bálsamos, diz estudo

Além de humanos e bichos, povo embalsamava refeições para além-morte.
Cientistas analisaram composição de tecidos e ataduras de quatro carnes.

Do G1, em São Paulo

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Pedaço de carne da costela de múmia encontrada na tumba de Yuya e Tjuiu (1386-1349 a.C.) (Foto: Image courtesy of PNAS) 
Pedaço de carne da costela mumificada encontrada na tumba de Yuya e Tjuiu (1386-1349 a.C.) (Foto: Anna-Marie Kellen/Egyptian Museum/PNAS)
 
 
Os antigos egípcios mumificavam e enterravam carnes prontas para o "consumo" usando bálsamos orgânicos, revela um novo estudo feito pela Universidade de Bristol, no Reino Unido, e pela Universidade Americana do Cairo. Além de refeições, esse povo enterrava suas riquezas e mumificava figuras importantes como faraós (além de seus criados, escribas e sacerdotes, em câmaras menores) porque acreditava na vida após a morte e no retorno do espírito ao antigo corpo – razão pela qual ele precisava ser preservado.

Esses alimentos (partes de animais) eram envoltos em ataduras e acomodados em caixões. Eles foram encontrados em muitas tumbas antigas, mas a natureza dos bálsamos aplicados sobre a comida continuava desconhecida. Os atuais resultados foram publicados na edição desta segunda-feira (18) da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).

O modo como a mumificação de carnes era feita se assemelhava ao embalsamamento de humanos e animais, destacam os autores, liderados por Richard Evershed, da Faculdade de Química da Universidade de Bristol.

Os cientistas analisaram a composição química das amostras de tecidos e ataduras de quatro carnes mumificadas. Segundo a equipe, esse material foi exposto a uma grande variedade de tratamentos. As gazes que envolviam um bezerro, por exemplo, continham uma mistura de compostos derivados de gordura animal – sem evidências da presença de ceras ou resinas.

Como as ataduras não estavam em contato direto com a carne, os pesquisadores acreditam que as substâncias usadas derivavam da aplicação de um bálsamo, em vez de serem provenientes da própria carne.

Compostos semelhantes de gordura animal foram detectados no tecido usado para mumificar a pata de uma cabra, o que não ocorreu em uma amostra de pato. Já as ataduras que cobriam costelas bovinas apresentavam uma mistura de gordura ou óleo, cera de abelha e uma resina chamada Pistacia – considerada um item de luxo no Antigo Egito.
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Sarcófago egípcio (Foto: Image courtesy of PNAS) 
Imagem de raio X feita de caixão com carne mumificada
 (Foto: Anna-Marie Kellen/Egyptian Museum/PNAS)
 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Satelliti amici dell'archeologia


Il percorso della Via della Seta visto dai satelliti (fonte: CNR) 
Il percorso della Via della Seta visto dai satelliti (fonte: CNR)
 
 
Grazie all’occhio dei satelliti italiani torna alla luce l'antica Via della Seta, nell'ambito del progetto del Consiglio Nazionale delle Ricerche Cnr), finanziato dal Ministero Affari Esteri e diretto da Nicola Masini e Rosa Lasaponara.

Chiamato ''Via della Seta'', il progetto intende costituire una rete di cooperazione scientifica tra Italia e Cina nel campo delle scienze e delle tecnologie applicate ai Beni Culturali.

Per due millenni la Via della Seta è stata l’arteria di collegamento tra Ovest ed Est, tra le civiltà del Mediterraneo ed i regni e imperi cinesi, consentendo la circolazione di merci e di idee e lo sviluppo dell’economia e della cultura nei secoli. Una delegazione del Cnr, costituita da ricercatori dell’Istituto per i Beni Archeologici e Monumentali e dell’Istituto di Metodologie di Analisi Ambientale di Potenza, è appena tornata dalla Cina per la prima campagna di indagine nell’antica Luoyang, luogo di partenza della Via della Seta, che nel sottosuolo conserva i resti di numerose capitali dal VIII secolo a.C. al V secolo d.C.

Al progetto, della durata di tre anni, partecipano ricercatori del Cnr e dell'Accademia Cinese delle Scienze. Obiettivo primario è supportare gli archeologi cinesi nella ricerca dell’antica ‘città proibita’ di Luoyang con l’ausilio delle più avanzate tecniche di indagine basate sui satelliti ottici e radar, come quelli della costellazione italiana Cosmo-SkyMed dell’Agenzia Spaziale Italiana (Asi).

Obiettivo del progetto è inoltre produrre conoscenze utili per salvaguardare e conservare siti e monumenti iscritti nel patrimonio dell’Unesco.

In particolare, sui giganteschi Buddha di Longmen e sull’antico villaggio di Hong Cun, noto per essere stato il set del famoso film “La tigre e il dragone”, sono previsti studi sui fenomeni di degrado e di instabilità strutturale che si baseranno anche sui dati dei satelliti.


www.ansa.it

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Chineses transportaram pedras para Cidade Proibida por caminhos de gelo

Transporte de 120 toneladas de pedras foi feito por trenó.
Trabalhadores cavavam buracos a cada 500 metros para lubrificar o gelo.

Do G1, em São Paulo


Pedras que construíram palácio imperial da China foram transportada por 70 km de gelo (Foto: Divulgação Pnas/ Chui Hu) 
Pedras que construíram palácio imperial da China foram transportada por 70 km de gelo
 (Foto: Divulgação Pnas/ Chui Hu)

Trabalhadores chineses que construíram a Cidade Proibida usaram caminhos artificiais de gelo para transportar as grandes pedras que ergueriam o palácio imperial chinês, segundo estudo divulgado pela revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

O material foi transportado em trenós por mais de 70 km até a Cidade Proibida, no inverno de 1.227 d.C. 

Para reduzir o atrito entre o gelo e o veículo, os trabalhadores tinham que cavar buracos a cada 500 metros do trajeto para obter água e despejá-la sobre o gelo.

Apesar de a civilização chinesa ter desenvolvido veículos de rodas por volta do ano 1500 a.C., quase 3 mil anos depois, os trabalhadores preferiram puxar trenós para evitar qualquer dano à pedra, que era considerada cara.

O documento original que relata o método usado no transporte de pedras para a Cidade Proibida, traduzido pelos pesquisadores, aponta que foram necessários pouco menos de 50 trabalhadores para puxar 120 toneladas de pedras.

Faraó Tutancâmon pode ter morrido atropelado por carruagem, diz estudo


Líder egípcio morto aos 19 anos teve ferimentos compatíveis com acidente.
Pesquisa completa será divulgada domingo (10) em documentário britânico.

Da EFE
 

Máscara de ouro do faraó Tutancâmon no Cairo, Egito (Foto: Guido Alberto Rossi/TIPS/Photononstop/Arquivo AFP) 
Máscara de ouro do faraó Tutancâmon no Cairo
(Foto: Guido Alberto Rossi/TIPS/Photononstop/AFP)
 
 
Cientistas britânicos acreditam ter resolvido o mistério que durante milênios cercou a morte do faraó egípcio mais famoso, Tutancâmon, que pode ter morrido aos 19 anos atropelado por uma carruagem.

Essa é a conclusão à qual chegou um estudo da Sociedade de Exploração do Egito, cujo conteúdo completo será revelado no próximo domingo (10), em um documentário da rede de televisão britânica "Channel 4".

A pesquisa revela que os restos do chamado "faraó menino" apresentam ferimentos similares aos que poderia produzir uma colisão com uma carruagem, segundo divulgou à imprensa o diretor da sociedade, Chris Naunton.

O cientista também acredita que a mumificação de Tutancâmon fracassou, a julgar pelas evidências de carne carbonizada encontradas em um exame legista de seus ossos feito pelo antropólogo Robert Connolly na Universidade de Liverpool, em 1969.
 
O descobridor do túmulo do faraó em 1922, Howard Carter, e seu mecenas Lorde Carnarvon já advertiram que o corpo de Tutancâmon apresentava misteriosos sinais de queimaduras, o que foi confirmado por Connolly em suas pesquisas.

O antropólogo conseguiu, ainda, determinar por meio de provas químicas que a carbonização da carne aconteceu dentro do sarcófago, quando os óleos de embalsamar entraram em combustão pelo contato com o oxigênio e as telas.

A reação submeteu o cadáver a temperaturas superiores a 200° C e explica, em parte, outro dos mistérios que rodeiam o faraó: ele é o único encontrado sem coração.

Com todas essas provas, Naunton trabalhou com o Instituto Médico Legal Cranfield para realizar uma "autópsia virtual" e voltar a analisar os traumatismos da múmia. Em um cenário simulado por computador, as feridas de Tutancâmon foram comparadas com as que provocariam o impacto de uma carruagem.

O resultado aponta que o veículo se chocou contra o faraó enquanto ele estava de joelhos, o que esmagou sua bacia e pressionou as costelas contra os órgãos vitais.

"A carbonização e a possibilidade de que a mumificação fracassada tenha provocado a combustão espontânea do corpo pouco após o enterro é algo totalmente inesperado, como uma revelação", declarou Naunton.

Tutancâmon, da dinastia XVIII, reinou no Antigo Egito durante um curto período da primeira metade do século 14 a.C., e o fato mais relevante de seu mandato foi a devolução da influência e do poder aos sacerdotes de Amón, após a experiência monoteísta de Akenatón.

O líder sempre será lembrado, no entanto, por sua suposta maldição contra aqueles que perturbassem seu descanso eterno, o que dizem ter levado à morte repentina do mecenas Lorde Carnarvon, no Cairo.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Templo cerimonial de 3 mil anos é descoberto no norte do Peru

Local sagrado era usado para prestar culto aos deuses da cultura Chavín.
Civilização pré-incaica viveu de 900 a 200 a.C. na região de Lambayeque.

Da France Presse

 

Vestígios de templo de 3 mil anos usado para adorar deuses da cultura pré-incaica Chavín, na região de Lambayeque, 750 km ao norte de Lima (Foto: Ministry of Culture/AFP) 
Arqueólogos encontraram vestígios de templo de 3 mil anos usado para adorar deuses da cultura pré-incaica Chavín, na região de Lambayeque, 750 km ao norte de Lima, no Peru (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP)
 
Arqueólogos peruanos descobriram um templo cerimonial de 3 mil anos que era usado para prestar culto aos deuses da cultura pré-incaica Chavín (900-200 a.C.), na região de Lambayeque, no norte do país, informou o diretor do projeto, Walter Alva.

"Descobrimos um templo cerimonial de 3 mil anos que servia como recinto secreto onde os sacerdotes celebravam cultos a seus deuses", disse Alva à AFP.

O "Oráculo de Congona" – descoberto há um mês na comunidade rural de Congona, distrito de Cañaris, a 2.800 metros de altitude – tem plataformas perfeitamente construídas com um sistema de câmaras subterrâneas onde há figuras de serpentes, felinos e aves.

"É um santuário estrategicamente situado na parte alta de um vale agrícola. Estamos falando de estruturas muito bem talhadas, onde se adivinhava o destino dos antigos habitantes", disse Alva.

O arqueólogo contou, ainda, que foram encontrados dois monólitos em forma de coluna cilíndrica e talhados com desenhos de felinos pela civilização Chavín.


Desenho em rocha no templo (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP)Desenho em rocha no templo da cultura pré-incaica
Chavín (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP)
 
 
O arqueólogo disse que, após esse achado, acredita-se que cada vale da região tenha na parte alta um templo dedicado ao culto da água e da fertilidade.

"A descoberta comprova que a cultura Chavín se expandiu até zonas muito afastadas", acrescentou.

Essa civilização teve seu centro de desenvolvimento no distrito de Chavín de Huántar, localizado na região centro-norte de Ancash. Hoje, o local virou um sítio arqueológico de 15 hectares.

Os habitantes dessa cultura se espalharam por grande parte da região andina que vai do norte do Peru até os departamentos (estados) de Lambayeque e Cajamarca e, ao sul, até os departamentos de Ica e Ayacucho.

Descoberto há um mês, templo fica na comunidade rural de Congona, distrito de Cañaris (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP) 
Descoberto há um mês, templo peruano de civilização pré-incaica fica na comunidade rural de Congona, distrito de Cañaris (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP)
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Detalhe de rocha do templo (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP) 
Detalhe de desenho esculpido em rocha de templo milenar no Peru
 (Foto: Peruvian Ministry of Culture/AFP)
 
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