quarta-feira, 21 de maio de 2008

Machaq Mara - Año Nuevo Andino - Amazonico

Por: Manuel de la Torre U.B.

El Machaq Mara es la ceremonia del inicio del año nuevo andino-amazónico y esta ligado a la referencia astronómica que es el solsticio de invierno del 21 de Junio, donde se da inicio a un nuevo ciclo agrícola, se trata de un calendario luni-solar, ya que esta regido por la fase de la Luna y el recorrido de la Tierra alrededor del Sol. A partir del 22 de junio se empieza a contar los 13 meses, cada uno de 28 días, contándose 364 días del nuevo año, el 21 de junio es el día 365, que se dedica exclusivamente a la fiesta del año nuevo y da inicio al invierno en el sur del planeta Tierra, siendo este día el que tienen la noche más larga y el día más corto.

En este año solar se tienen 4 fiestas importantes, relacionadas al recorrido de la Tierra alrededor del Tata Inti (Dios Sol), que son a partir del 21 de junio, el 21 de Septiembre es la segunda ceremonia denominada Auti Wilka Chica (equinoccio de primavera) aquí se inicia el cambio de la parcialidad de la masculina a la femenina, que regirá por los próximos 6 meses, esta parcialidad tiene que ver con todo aquello que se relaciona a la fertilidad, a lo femenino a la pachamama, a esta le sigue la ceremonia del medio año, el 21 de diciembre denominado como Wara Chinkancha y se inicia asi el Willka Kuti (cambio de dirección del sol), la tercera ceremonia se realiza en el otro equinoccio (de otoño) que es el 23 de marzo, esta festividad se denomina Hallu Wilka Chika donde se realiza el cambio de parcialidad, de la parcialidad femenina que ha marcado los 6 meses, se da paso a la parcialidad masculina, que tendrá su preponderancia por los próximos 6 meses, y finalmente el próximo 21 de junio terminara ese ciclo y se inicia otro nuevo año andino.

El mes andino esta regido por la Phasi (Luna), ya que se cuentan las lunaciones a partir de la luna llena, y cada 7 días se tiene otra lunación en el siguiente orden, Luna Llena, Cuarto Menguante, Luna Nueva y Cuarto creciente, completando así los 28 días de la fase luna, así durante el año andino se cuentan 13 meses lunares.

Este año que se iniciará este 21 de junio del 2008, es denominado según la cronología de la cultura andina como el año 5516, que representa el año 16 del quinto Sol, del quinto gran ciclo lunar, este calendario es ahora aceptado como valido para toda la región andina-amazónica.

El calendario andino, esta estructurado para sus dos "Sub-calendarios", uno dedicado a las labores agrícolas-agropecuarias que se inicia los primeros días de agosto con el inicio de la siembra y concluye en mayo con la cosecha, el otro calendario esta dedicado a sus ceremonias místico-religiosas relacionadas con diferentes festividades como por ejemplo el día de los difuntos (2 de noviembre), los anatas (2 de febrero).

Durante este día del Año Nuevo Andino del 21 de junio, llamado Willkasi, el día más corto del año y la celebración es el Machaq Mara, año nuevo andino, siendo la hora cero el Mara t'aqaya, también se celebran las tres fiestas más importantes del mundo andino, que son: el Willka Hatch Laimi (Gran fiesta del dios sol), el Hakka Inti (solsticio de invierno) y el Mara Khallta (comienzo del año).

Es la noche mas larga del año, que precede al día del inicio del año nuevo, se reúne el pueblo andino en varios sitios ceremoniales, como en el Kalasasaya en Tiwanaku, en la llamada "Horca del Inca" en Copacabana, en Sacsaguaman, en el Cusco o en el "Torreon" en Machupichu, donde se prepara durante una ceremonia especial dos "mesas" relacionadas a dos ceremonias, la primera, se efectúa a partir de la media noche del 20 de junio, se quema una de esas "mesas", que es para despedir el año que terminaba, también hay la tradición de que se quema todo lo viejo y se despacha todo lo malo que ocurrió ese año.

Posteriormente con la salida de los primeros rayos del sol, se realiza la segunda ceremonia ofrendando la segunda “mesa” preparada la noche anterior, dando la bienvenida al nuevo año, se pide la renovación y la reciprocidad para que el ciclo agrícola y agropecuario que se inicia sea de abundancia y bienestar para todo el pueblo andino, posteriormente durante el día se efectúan fiestas con diferentes grupos de danzarines y comidas comunitarias como el Aptapi.

Durante ese día, las personas se saludan con las siguientes palabras: "Mara jichurxama misturapita" (Al año como ahora vas a salir), la otra persona contesta "Jakawisa Sarnaqawisa Uñakipañani" (Nuestra vida, nuestro caminar miraremos), deseos muy sabios para el nuevo año que se inicia.

Deseamos que este próximo año nuevo andino sea de mucha prosperidad, Paz, Armonia para todos los hermanos del mundo, especialmente para los pueblos originarios de este planeta.

Arqueoastronomia Andina

http://arqueoastronomia.es.tl

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Arqueólogos alemães encontram palácio da rainha de Sabá na Etiópia

Local pode ter abrigado a Arca da Aliança e as tábuas com os Dez Mandamentos.Localização era um dos maiores mistérios da Antigüidade.

Arqueólogos alemães encontraram os restos do palácio da lendária rainha de Sabá na localidade de Axum, na Etiópia, e revelaram assim um dos maiores mistérios da Antigüidade, segundo anunciou a Universidade de Hamburgo. "Um grupo de cientistas sob direção do professor Helmut Ziegert encontrou durante uma pesquisa de campo realizada nesta primavera européia o palácio da rainha de Sabá, datado do século X antes de nossa era, em Axum-Dungur", destaca o comunicado da universidade. A nota diz que "nesse palácio pode ter ficado durante um tempo a Arca da Aliança", onde, segundo fontes históricas e religiosas, foram guardadas as tábuas com os Dez Mandamentos, que Moisés recebeu de Deus no Monte Sinai. Os restos da casa da rainha de Sabá foram achados sob o palácio de um rei cristão. "As investigações revelaram que o primeiro palácio da rainha de Sabá foi transferido pouco após sua construção, e levantado de novo orientado para a estrela Sirius", dizem os cientistas.

Os arqueólogos acreditam que Menelik I, rei da Etiópia e filho da rainha de Sabá e do rei Salomão, foi quem mandou construir o palácio em seu lugar definitivo.Os arqueólogos alemães disseram que havia um altar no palácio, onde provavelmente ficou a Arca da Aliança, que, segundo a tradição, era um cofre de madeira de acácia recoberto de ouro.As várias oferendas que os cientistas alemães encontraram no lugar onde provavelmente ficava o altar foram interpretadas pelos pesquisadores como um claro sinal de que a relevância especial do lugar foi transmitida ao longo dos séculos.

A equipe do professor Ziegert estuda desde 1999, em Axum, a história do início do reino da Etiópia e da Igreja Ortodoxa Etíope."Os resultados atuais indicam que, com a Arca da Aliança e o judaísmo, chegou à Etiópia o culto a Sothis, que foi mantido até o século VI de nossa era", afirmam os arqueólogos. O culto, relacionado à deusa egípcia Sopdet e à estrela Sirius, trazia a mensagem de que "todos os edifícios de culto fossem orientados para o nascimento da constelação", explica a nota.O comunicado também diz que "os restos achados de sacrifícios de vacas também são uma característica" do culto a Sirius praticado pelos descendentes da rainha de Sabá.

Da EFE

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Arqueólogos encontram tesouros da Era dos Descobrimentos no fundo do mar


Arqueólogo mostra moeda de ouro espanhola, três moedas de prata portuguesas e um instrumento de latão (Foto: AP)


Navio afundado tem canhões, instrumentos e moedas de ouro portuguesas e espanholas.Cientistas acreditam que expedição era contemporânea de Colombo e Vasco da Gama.


Com informações da AP

terça-feira, 22 de abril de 2008

Sítio arqueológico na Colômbia pode ter mais de mil tumbas

Cemitério indígena tem cerca de 1.500 anos, estimam os arqueólogos.Ruínas foram descobertas por acaso, durante uma obra.

Estudantes da Universidade Nacional da Colômbia fazem escavações em um cemitério indígena em Usme na segunda-feira (21). Especialistas estimam que o sítio arqueológico guarde mais de mil tumbas. (Foto: Reuters/John Vizcaino)



O sítio arqueológico de Usme, ao sul de Bogotá, tem cerca de 1.500 anos. Ele foi descoberto por acaso, durante uma obra. (Foto: Reuters/John Vizcaino)
Do Globo on line

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O Mistério das Piramides - blog de Cássio Leandro Barbosa



Andei sumido por mais de um mês por diversos motivos, mas estou de volta! Tive alguns compromissos e obrigações que me obrigaram a deixar o blog por um tempo. Alguns destes motivos eu vou apresentar aqui, eles têm tudo a ver com astronomia, de hoje e de 4.000 anos atrás! Um dos motivos do meu afastamento foi uma viagem que precisei fazer ao Egito, mais especificamente ao Cairo para um congresso. Além da astronomia feita atualmente tivemos contato com aquela de 2.000 a.C.. Fomos visitar alguns monumentos e, não só eu mas também vários outros colegas ficamos maravilhados com a engenhosidade dos antigos egípcios.Mas o que isto tem a ver com astronomia? Tudo!

Quem ordenou a construção das pirâmides foram os faraós, quem as construíram foram os engenheiros, quem as projetaram foram os astrônomos! Naquela época (e durante muito tempo, para falar a verdade) os astrônomos se confundiam com os sacerdotes. A construção das pirâmides, por exemplo, seguia rigorosamente preceitos astronômicos, desde a definição do local da construção até o corte dos blocos de pedra! A posição das pirâmides no solo marca posições de estrelas e/ou constelações celestes. Elas estão relacionadas com o aspecto do céu no momento do nascimento do faraó. Isso explica por que algumas pirâmides estão tão distantes umas das outras e pertenceram a pai e filho, por exemplo. Esse fato, inclusive, foi descoberto recentemente com o uso de GPS. As pirâmides em si, estão orientadas com cada face em direção a um ponto cardeal. E como isso foi possível? Através da observação meticulosa e cuidadosa do céu, dia após dia, noite após noite, durante séculos. Fundamental também foi o cuidado com a transmissão do conhecimento adquirido por gerações anteriores.

Os blocos de pedra, por exemplo, formam encaixes quase perfeitos. As bordas destes blocos têm, às vezes, um metro de comprimento e formam linhas retas, quase perfeitas. Como os engenheiros conseguiam isso? Eles esticavam uma corda e deixavam a sombra do Sol marcar uma linha reta no solo. Daí era só marcar a rocha e cortar com cuidado. Cada bloco era transportado sobre troncos e eram encaixados com o auxílio de rampas em níveis cada vez mais altos.

Algumas câmaras, em especial as câmaras funerárias, tinham alguma fresta por onde o Sol entrava no nascer de um dia específico. O aniversário do faraó, ou o início do verão, por exemplo. Toda essa engenharia só foi possível com a observação cuidadosa e paciente do céu. E isso naquela época era uma necessidade vital. Esta observação ditava o calendário da população, que se relacionava basicamente com o período de cheia do Nilo. Eram quatro meses de inundação onde a água subia mais de 10 metros algumas vezes, fazendo com que a agricultura fosse abandonada. Esse período de cheias, ligado ao regime de chuvas, precisava ser previsto, pois durante esta época não havia como plantar nem colher nada. Se não houvesse estoques de comida, haveria fome e faraó que deixava seu povo passar fome não durava muito.

A forma de vários destes monumentos também parece estar ligada a fenômenos astronômicos. As pirâmides representariam os raios de Sol vindos do céu, mas há também quem diga que representam a ascensão do faraó aos céus. Os obeliscos representariam os raios do Sol nascente, assim que ele desponta no horizonte, chamados hoje em dia de pilar solar.Obras de engenharia baseadas em astronomia na idade antiga são incontáveis, não só no Egito. Tão interessante quanto as obras em si, é ver a evolução que elas sofreram no decorrer do tempo. Mais ao Sul do Cairo, onde estão as famosas pirâmides de Quéops, Quéfrem e Miquerinos (três gerações de faraós), existe a primeira pirâmide conhecida, feita em degraus. Muito tempo depois é que os engenheiros resolveram cobrir esses degraus com uma camada de pedras que deixava cada face lisa. A primeira pirâmide que recebeu esta camada foi a pirâmide de Snefru, em Dashur. Só que as faces destas pirâmides eram muito inclinadas para se sustentar e no meio da construção os engenheiros tiveram de fazer uma mudança estrutural de modo que a metade faltante ficasse com uma inclinação mais suave. Esta pirâmide é conhecida como “a pirâmide torta”. No final da construção o faraó mandou que fosse construída uma outra pirâmide, mas não sei se os engenheiros da pirâmide torta tiveram um final feliz…

Isso mostra um dos primórdios do método científico, popularmente chamado de tentativa e erro. Depois desta experiência, todas as pirâmides saíram com inclinações mais suaves, finalizadas com estabilidade. Isto tudo demonstra a inteligência e a sagacidade humana, capazes de projetar e construir obras monumentais nos mais remotos tempos da história. Chega a ser ofensivo ouvir gente dizendo que as pirâmides são obras de E.T. por que os egípcios nunca as poderiam ter construído. Talvez se eles tivessem ficado pensando em bobagens assim nunca as teriam construído mesmo, mas ao invés disto projetaram e construíram ferramentas tão impressionantes quanto as obras que estão a nos contemplar há 30 séculos, parafraseando Napoleão.

Bom, um pouco de astronomia e um pouco de história na volta ao blog. No próximo post, mais um dos motivos para o meu afastamento. Não vai demorar tanto, eu prometo!

Por Cássio Leandro Barbosa - G1

domingo, 13 de abril de 2008

Peças arqueológicas encontradas em obra viram exposição


De porcelana portuguesa com brasão real a cerâmica feitas por escravos. O Centro Cultural da Justiça Eleitoral, no Centro do Rio, conseguiu um acervo da história brasileira antes mesmo de inaugurar. Durante as escavações que preparavam a antiga sede do Tribunal Superior Eleitoral no Rio, foram encontrados inúmeros fragmentos que contam um pouco da vida brasileira no século XVII.

Veja a galeria de fotos

Parte do material foi achada durante a escavação para aumentar o pé-direito da construção e fará parte de uma exposição que vai inaugurar o centro cultural nesta quinta-feira (10), às 20h30. O restante será encaminhado ao Instituto de Arqueologia Brasileira (IAB).“Estávamos fazendo um monitoramento arqueológico e encontramos desde louças a ossos de animais de grande porte e humanos. Mas o que mais impressionou foi a quantidade”, contou a arqueóloga responsável Guadalupe Nascimento Campos.

O CCJE fica na Rua Primeiro de Março 42, no Centro, e a exposisação vai funcionar de quarta a domingo, das 12h às 19h.

Do Globo on line

Arqueólogos avisam que teatros gregos antigos estão ruindo


Epidauro
Arqueólogos disseram na quinta-feira (10) que teatros ao ar livre na Grécia que datam da antiguidade estão ruindo devido ao descuido e necessitam de intervenção governamental rápida para serem salvos. A Grécia, berço da dramaturgia clássica no século 5 a.C., tem dezenas de teatros que são uma parte crucial do patrimônio cultural clássico do país. Mas, enquanto cerca de 30 deles têm condições de abrigar eventos culturais, 76 necessitam urgentemente de reparos, disseram os arqueólogos. "Os teatros da antiguidade precisam ser preservados constantemente. Alguns precisam ser restaurados. Sobretudo, porém, o que precisam é ser usados", disse o professor de arqueologia clássica Petros Themelis.

Arqueólogos, arquitetos e dignitários do setor político e cultural grego se uniram para pressionar o governo a tomar medidas para preservar as estruturas. "A situação de nossos monumentos é desanimadora", disse o ex-ministro socialista da Cultura Stavros Benos, um dos fundadores do grupo. "Nosso objetivo é exercer pressão construtiva sobre o governo neste assunto."

O célebre teatro de Epidauro, erguido no século 4 a.C. no nordeste da península do Peloponeso, atrai milhares de turistas todos os anos para assistir a peças gregas antigas de dramaturgos como Sófocles ou Eurípedes.

Famoso por sua acústica, é o mais usado dos teatros da antiguidade. Outros foram devastados pela passagem do tempo e as forças da natureza. O teatro Dionísio, do século 6 a.C., situado na Acrópole de Atenas, serviu de modelo para o de Epidauro e era o lugar onde as peças gregas eram apresentadas originalmente na antiguidade. Mas se encontra deteriorado e sem condições de abrigar eventos culturais. Arqueólogos disseram que os teatros antigos deveriam fazer parte do cotidiano, para que possam ser preservados."Poderíamos restaurá-los, mas a natureza os destruirá novamente (se não forem usados)", disse Themelis.

Sabe-se da existência de outros 28 teatros da antiguidade, mas eles ainda não foram localizados ou desenterrados.

Da Reuters
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...