domingo, 4 de janeiro de 2015

Encuentran la calzada perdida que conduce a la Gran Pirámide de Guiza


Por cerca de tres décadas, docenas de misiones extranjeras provistas de gran tecnología han fallado en hallar la calzada que conduce a la Gran Pirámide de Guiza. Ahora, fortuitamente y sin que nadie lo esperara, el pasaje ha sido finalmente localizado gracias a un residente local que vive en las proximidades de la maravilla del mundo antiguo.



Foto del camino subterráneo hallado que lleva a la Gran Pirámide.

El residente cavaba un túnel de manera ilegal debajo de su casa cuando dio con un túnel que lleva directo a la Pirámide de Keops, la más grande de las tres en la meseta.

El portal de noticias Ahram.org reporta que la persona que realizó el hallazgo fortuito pertenece a la aldea de El Haraneya en Guiza, un área donde está prohibida la excavación. No obstante, y haciendo caso omiso a dicha advertencia, el residente excavó un pozo a 10 metros de profundidad debajo de su hogar cuando súbitamente dio con un pasaje hecho de grandes bloques de piedra.

La Policía de Turismo y Antigüedades del Ministerio del Interior fue alertada del hallazgo e inmediatamente fuerzas de seguridad se hicieron presentes en la propiedad para acordonarla. El Ministerio de Antigüedades también fue notificado y el arqueólogo Kamal Wahid fue designado a cargo del comité de investigación. En su reporte, el comité confirmó el descubrimiento del corredor que lleva a la Gran Pirámide.



Reconstrucción artística de las pirámides de Guiza y las calzadas que conducen a cada una.

El complejo donde se encuentra la Gran Pirámide, incluía una calzada que la conectaba al llamado Templo de Keops. El descubrimiento de pavimento de basalto y caliza sugiere que este Templo del Valle próximo al Nilo está enterrado debajo de la aldea de Nazlet el-Samman.

El historiador griego Heródoto, quien visito la Gran Pirámide en el siglo 5 a.C., describió la calzada como de 1 kilómetro de largo. En su Segundo Libro de la Historia, dice que la calzada era algo tan espectacular que su construcción estaba casi al mismo nivel que la Gran Pirámide en donde terminaría:


(CXXIV) En esta fatiga ocupaba de continuo hasta 3.000 hombres, a los cuales de tres en tres meses iba relevando, y solo en construir el camino para conducir dicha piedra de sillería, hizo penar y afanar a su pueblo durante diez años enteros; lo que no debe extrañarse, pues este camino, si no me engaño, es obra poco o nada inferior a la pirámide misma que preparaba de cinco estadios de largo, diez orgias de ancho y ocho de alto en su mayor elevación, y construido de piedra, no sólo labrada, sino esculpida además con figuras de varios animales. Y en los diez años de fatiga empleados en la construcción del camino, no se incluye el tiempo invertido en preparar el terreno del collado donde las pirámides debían levantarse, y en fabricar un edificio subterráneo que sirviese para sepulcro real, situado en una isla formada por una acequia que del Nilo se deriva.

La calzada de la segunda pirámide de Guiza, la de Kefrén, ha sobrevivido en cierto grado; sin embargo, en Saqqara es dónde podemos tener una mejor perspectiva de cómo lucieron en la antigüedad estos caminos. Allí la calzada de la pirámide de Unas aún conserva una pequeña sección de un techo y en la actualidad es la mejor conservada en todo Egipto.




Calzada de la Pirámide de Unas.

Por ahora, se ha liberado muy poca información sobre el descubrimiento de este ancestral camino que conduce a la Gran Pirámide de Guiza. Esto seguramente cambiará a medida que el Ministerio de Antigüedades progrese en las excavaciones. 


En Mystery Planet los mantendremos informados sobre la nueva información que vaya apareciendo.

http://mysteryplanet.com.ar

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Cientistas encontram indícios do fim dos maias no 'Grande Buraco Azul'

Pesquisa analisou composição de caverna submersa no Mar do Caribe.
Resultados corroboram tese de que grande seca acabou com civilização.


Grande Buraco Azul em Belize: sedimentos corroboram teoria de que fim da civilização maia está relacionado a uma seca severa (Foto: U.S. Geological Survey)

Do G1 em São Paulo


Novas análises feitas em minerais retirados da caverna submersa conhecida como o Grande Buraco Azul, em Belize, na América Central, dão pistas sobre os motivos que levaram ao fim da civilização maia. 
Os resultados do estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Rice, no Texas, corroboram uma teoria já existente: a de que uma grande seca teria levado ao desaparecimento da sociedade maia.
A equipe de pesquisadores perfurou e coletou amostras de sedimentos encontrados no Grande Buraco Azul e nos recifes de coral dispostos ao redor da caverna. A composição dessas amostras foi analisada, principalmente em relação à quantidade de titânio e alumínio.
Grande Buraco Azul em Belize visto pela Nasa (Foto: Nasa/Divulgação)
Grande Buraco Azul em Belize visto pela Nasa
(Foto: Nasa/Divulgação)
Em entrevista ao site americano "LiveScience", o geólogo Andre Droxler, da Universidade de Rice, explicou que a chuva corrói as rochas vulcâncias da região, que contém titânio, que é então transportado até o oceano. Por esse motivo, quantidades menores desse elemento nos sedimentos correspondem a períodos de menos chuva.
O que a análise dos sedimentos e dos corais demonstrou foi que houve um período de seca extrema entre 800 d.C e 900 d.C, que coincide com o momento em que a civilização maia começou a se desintegrar. A partir dessa época, eles entraram em declínio econômico e cultural, e perderam influência com a ascensão de outros povos, como os toltecas. Acabaram dominados pelos espanhóis.
Grande Buraco Azul
O grande círculo azul escuro no meio do mar turqueza do Caribe costuma atrair mergulhadores e turistas do mundo todo. Localizado no Atol de Recifes Lighthouse, a cerca de 50 milhas a leste da cidade de Belize, o buraco é um círculo quase perfeito, de cerca de 300 metros de diâmetro e 125 metros de profundidade. É visível inclusive do espaço – foi captado por um satélite da Nasa em março de 2009.

No início dos anos 1970, o famoso oceanógrafo Jacques Cousteau explorou seus túneis e estalactites. O Buraco Azul é parte da Reserva de Barreiras de Recifes de Belize, considerada Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
Civilização Maia
A civilização maia dominou a península de Yucatán e o norte da América Central, onde atualmente ficam o sul do México, Belize, Guatemala e partes de Honduras e El Salvador. O auge desse povo foi entre os anos 800 e 1000 d.C.. A partir daí, eles entraram em declínio econômico e cultural, e perderam influência com a ascensão de outros povos, como os toltecas. Acabaram dominados pelos espanhóis, e ainda vivem na mesma região.

Pirâmide maia de Chichen Itza, no sul do México (Foto: Dennis Barbosa/G1)Pirâmide maia de Chichen Itza, no sul do México (Foto: Dennis Barbosa/G1)
Muro de pedra produzido pela civilização maia, em Belize (Foto: Divulgação/Douglas Kennett/"Science")Muro de pedra produzido pela civilização maia, em Belize (Foto: Divulgação/Douglas Kennett/"Science")

sábado, 27 de dezembro de 2014

Arqueólogos britânicos mapeiam cidade medieval sem fazer escavação



Da BBC - Usando modernas técnicas de varredura, especialistas britânicos conseguiram produzir um mapa detalhado de uma cidade medieval sem precisar escavar o local.
As técnicas revelaram uma rede de edifícios que se ergueram em um local do século 11 conhecido como Old Sarum, no condado de Wiltshire, na Inglaterra.
Old Sarum foi originalmente uma fortaleza da Idade do Ferro, criada por volta de 400 AC e ocupada pelos romanos após a conquista da Grã-Bretanha em 43 DC.
O sítio arqueológico é o ponto original da cidade de Salisbury, que fica a pouco mais de 3,5 km de distância. Ao longo dos séculos, romanos, normandos e saxões deixaram suas marcas no local.
A pesquisa da Universidade de Southampton revelou uma série de grandes estruturas, possivelmente de defesa, com grandes áreas ao ar livre, possivelmente para reunir pessoas ou estocar recursos.
Credito: English Heritage
Vista do local atualmente
A pesquisa se concentra nas muralhas do interior e exterior do que teria sido o forte.
"Os arqueólogos e historiadores sabiam há séculos que havia uma cidade medieval em Old Sarum, mas até agora não havia nenhum mapa adequado do sítio", disse o diretor do setor de serviços de prospecção arqueológica da universidade, Kristian Strutt.
"Nossa pesquisa mostra onde estão localizadas as construções individuais. A partir disso podemos ter uma imagem detalhada do plano urbano dentro dos muros da cidade."
As técnicas modernas utilizadas para o levantamento do terreno incluíram magnetometria, resistência de terra, radar de penetração no solo e tomografia de resistividade elétrica, que utiliza eletrodos para sondar o subsolo.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Pirâmide maia ganha show de luzes e sons no México




Do G1 em São Paulo

13/12/2014 03h24 - Atualizado em 13/12/2014 03h24

Pirâmide maia ganha show de luzes e sons no México; veja fotos

Projeção acontece em sítio arqueológico na península de Yucatan.
Espetáculo iluminado conta a história do povo pré-colombiano.

Do G1, em São Paulo
A pirâmide de Kukulkan, no México, iluminada pela projeção (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)A pirâmide de Kukulkan, no México, iluminada pela projeção (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)
Uma projeção de luzes e sons em uma pirâmide maia promete deixar a visita ao sítio arqueológico de Chichen Itzá, no México, mais colorida.
A pirâmide de Kukulkan, no México, iluminada pela projeção (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)A pirâmide iluminada
(Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)
O projeto “Noites de Kukulkan” inclui uma visita guiada noturna aos principais monumentos do sítio arqueológico que é patrimônio da Unesco e um espetáculo narrativa com luzes e sons projetado diretamente na pirâmide de Kukulkan, com informações que ajudam a entender melhor a vida dos maias.
Chichen Itzá que foi o centro político, econômico e religioso mais importante da península de Yucatan, onde está localizada.
O evento começou nesta quinta-feira (11) e vai até o dia 19 de dezembro, com entrada gratuita às 19h e às 21h.
Pirâmide fica em antiga cidade maia (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)Pirâmide fica em antiga cidade maia (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)
Mais uma parte da projeção na pirâmide (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)Mais uma parte da projeção na pirâmide (Foto: Lorenzo Hernandez/Reuters)

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mistério em descoberta arqueológica de tumba deixa Grécia em polvorosa

Monte Kasta, onde foi feita a escavação na cidade de Amphipolis, no norte da Grécia, onde arqueóloga encontrou tumba misteriosa do tempo de Alexandre, o Grande (Foto: Reuters/Alexandros Avramidis )

 Da Reuters - A arqueóloga grega Katerina Peristeri cavou durante anos sem receber muita atenção até encontrar uma tumba de mármore da época de Alexandre, o Grande, uma descoberta que trouxe fama instantânea. 

Em uma terra com uma das heranças culturais mais ricas do mundo, arqueólogos raramente recebem muita atenção pública. Mesmo assim, Katerina tornou-se o rosto da cripta de Amphipolis, um sepulcro de 2.300 anos debaixo das arenosas colinas do norte da Grécia. Ela recebeu três prêmios gregos só no último mês.
“Eu sou apenas uma simples arqueóloga, fazendo meu trabalho”, disse humildemente em uma cerimônia de premiação. Em outra, ela fez parte de um coral que cantou uma canção à terra natal de Alexandre. 
A tumba pode ser o último lugar onde foram enterradas Roxane e Olímpias, esposa e mãe de Alexandre, ou pode ser o túmulo de um de seus generais, de acordo com teorias concorrentes. Mas a especulação não é a única coisa que impulsiona a popularidade de Katerina.
Após seis anos de crise econômica, tumulto político e de um humilhante resgate financeiro internacional, os gregos estão desesperados por heróis, e o governo do primeiro-ministro Antonis Samaras anseia por boas notícias.
“Isso reaviva as esperanças gregas de que, apesar do grande esforço para sobreviver, há um ‘santo graal’ que os remontará para um período de glória e poder”, disse Christos Kechagias, um sociólogo que leciona na Universidade de Atenas. “Em tempos de crises, as pessoas têm a chance de redefinir sua identidade."
O popular programa de televisão “Anatropi”, normalmente um talk-show político, já devotou duas vezes seu segmento de duas horas para falar da escavação.
O jornal "Espresso" sugeriu na primeira página que a identidade do misterioso residente da tumba pode ser encontrada com métodos retirados de um dos livros de Dan Brown. A resposta, disse o tabloide, jaz na pintura do mestre da Renascença Giovanni Antonio Bazzi, que pintou o casamento de Alexandre.
As emissoras gregas de TV tem ficado obcecadas pelas descobertas da tumba - um mosaico de seixo que mostra o sequestro de Perséfona; duas figuras “Cariátide” esculpidas; restos de esqueletos em um túmulo de calcário. As peças estão sendo analisadas para identificação.
“É muito incomum ter uma cobertura ponto a ponto de um trabalho arqueológico”, disse David Rupp, um arqueólogo clássico e diretor do Instituto Canadense na Grécia. “É quase o equivalente a se tornar um programa de reality show.”

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Após reforma, Esfinge será vista por novos ângulos

Cairo - Circundada por mistérios e lendas históricas, a famosa Esfinge egípcia será ainda mais atrativa para o público. Atualmente, só é possível vê-la à distância, mas um projeto quer fazer com que a experiência seja "mais real".

Após a restauração de algumas partes da obra milenar, a área será aberta para que o público possa tocá-la e olhá-la de um ângulo nunca visto até o momento. "Tivemos muitos desafios. O governo, com os Ministérios do Turismo e de Antiguidades, tem um plano concreto para defender o patrimônio do Egito. E isso ocorre hoje no Complexo de Gizé", disse o primeiro-ministro do país, Ibrahim Mahlab. O premier fez uma visita ao local para checar as condições de segurança da área.

Agora, segundo informações de Mahlab, só falta a autorização final para a novidade e uma data para a abertura. De acordo com o supervisor da obra, Mohamed el-Said, a visitação ainda não pode ser permitida porque o governo "não está pronto".

Em particular, essa etapa de revitalização durou quatro anos e foi focada na parte esquerda da estátua. Esse ponto foi o escolhido por causa da erosão feita pelo tempo e que criou diversos buracos no bloco de calcário. Foi também restaurada a área do tronco e do tórax da Esfinge. Além da maior obra do Complexo de Gizé, também receberam reparos o templo de Amenófis, a Pirâmide de Miquerinos e a Pirâmide de Quéfren.

O Egito está enfrentando uma grave crise econômica, que acabou recaindo sobre as obras de restauração de todos os seus sítios arqueológicos. Porém, a ideia de revitalizar essas obras é para voltar a impulsionar o turismo. Após a reabertura da Igreja Suspensa e de outros museus no país, o premier anunciou que o Vale do Rei, em Luxor, também passará por uma grande reforma. (ANSA)

www.ansabrasil.com.br
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