terça-feira, 4 de agosto de 2009

Primo atlante piogge per 100 anni

Realizzato da studiosi in Australia e scaricabile da sito

Ansa, Sydney, 4 ago - Scienziati dell'Australia National University hanno compilato il primo atlante al mondo delle proiezioni delle piogge per i prossimi 100 anni. L'equipe del prof. Michael Roderick della Scuola di scienze terrestri ha combinato le proiezioni globali e 20 modelli computerizzati usati dall'Intergovernental Panel on Climate Change,nell'Atlas of the Global Water Cycle,con mappe e tabelle che illustrano precipitazioni,evaporazione e dilavamento che puo' essere scaricato gratis dal sito epress.anu.edu.au.

Itália encontra esqueleto de guerreiro de 4.500 anos

Um esqueleto com aproximadamente 4.500 anos de idade, provavelmente um guerreiro morto por uma flecha no peito, foi descoberto em uma praia no sul de Roma, informou a polícia italiana neste sábado. O esqueleto bem preservado, apelidado de "Nello", foi encontrado durante patrulha de rotina em torno de áreas de interesse arqueológico em maio. "Nós achamos que fosse de um soldado romano, mas então os especialistas identificaram que remonta ao terceiro milênio A.C. (antes de Cristo)", disse Raffaele Mancino, uma autoridade da divisão policial que supervisiona a herança cultural da Itália.

Seis pequenos vasos foram descobertos enterrados junto com o esqueleto, cujos pés estão desaparecidos. O jovem homem provavelmente viveu a apenas centenas de anos de "Otzi", o homem do gelo, cujo corpo foi encontrado congelado nos Alpes Italianos, em 1991. Arqueologistas disseram que planejam novas escavações, já que a descoberta pode ser um indício de um cemitério mais amplo na área.

Reuters

sábado, 1 de agosto de 2009

Arqueólogos encontram 'tesouro budista' na Mongólia

Relíquias estavam enterradas no deserto de Gobi havia mais de 70 anos.

Da BBC

Relíquias budistas raras desaparecidas havia mais de 70 anos foram encontradas neste sábado (1) no deserto de Gobi, no sul da Mongólia, por uma equipe de arqueólogos austríacos e mongóis. Entre os artefatos encontrados estão estátuas, obras de arte, manuscritos e objetos pessoais de um importante mestre budista do século XIX, Danzan Ravjaa. O líder da expedição, o austríaco Michael Eisenriegler, disse à BBC que sua equipe já desenterrou duas caixas cheias com "os mais impressionantes objetos de arte budistas".

"(O tesouro) é de extraordinário valor para a cultura da Mongólia, porque o budismo foi quase extinto durante o regime comunista, especialmente na década de 30", disse Eisenriegler. "Estou completamente exausto neste momento, mas também completamente impressionado com o que vi."
Mosteiro
As relíquias encontradas pela equipe pertenciam ao Mosteiro de Khamaryn e haviam sido enterradas no deserto de Gobi nos anos 30 por um monge chamado Tudev.

Na época, durante o regime comunista, centenas de mosteiros foram saqueados e destruídos na Mongólia. O religioso decidiu enterrar o tesouro para escondê-lo dos exércitos da Mongólia e da União Soviética.

Somente Tudev sabia onde os 64 baús com as relíquias estavam escondidos. Antes de morrer, ele passou o segredo a seu neto, o historiador Zundoi Altangerel.

Na década de 90, Altangerel conseguiu desenterrar alguns dos baús com as relíquias e abriu um museu para exibi-las.

Segundo o historiador, como a segurança do museu era mínima, na época ele decidiu deixar o restante do tesouro enterrado no deserto.

Eisenriegler ficou sabendo da história e convenceu Altangerel a participar de uma busca pelo resto do tesouro. Segundo o austríaco, 20 dos 64 baús enterrados por Tudev permanecem escondidos no deserto.

As peças encontradas neste sábado também serão expostas no museu, que fica na cidade de Sainshand, no sul da Mongólia.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Grupo acha ancestral perdida de Veneza


Não é todo dia que se encontra uma cidade perdida, a não ser em um filme com as aventuras de um Indiana Jones. Mas pesquisadores italianos conseguiram achar uma cidade perdida bem ao lado de um dos destinos turísticos mais visitados do mundo, Veneza.

As ruínas da cidade romana de Altinum foram localizadas em imagens aéreas graças a um período de estiagem em julho de 2007, que permitiu "ver" abaixo do solo. A cidade foi abandonada a partir do século 5º da Era Cristã por causa de invasões bárbaras. Seus habitantes moveram-se para a mais protegida posição em meio à laguna, fundando a atual Veneza.

Altinum está enterrada sob culturas de milho e soja. O estresse hídrico provocado pela seca pode ser detectado graças à radiação infravermelha próxima, sensível a mudanças no crescimento da vegetação.

A diferença na reflexão permite criar imagens com cores falsas. Cores mais claras indicam locais onde há pedras, tijolos ou mesmo solo compactado sob as plantas. As cores mais escuras revelam onde há depressões no terreno, indicando poços e canais, mesmo que cheios de sedimentos. "Nós descobrimos o mapa da cidade. Nós agora sabemos como era o tecido urbano, onde estavam os edifícios principais, monumentais, onde era a cidade, suas portas e a existência, que não se suspeitava, de um canal que cruzava a cidade e a conectava à laguna e aos rios no interior. Também achamos algumas estruturas do porto, que devia ser provavelmente o porto da cidade romana", afirma Paolo Mozzi, um dos quatro autores da pesquisa, do Departamento de Geografia da Universidade de Pádua.

De posse do mapa, o próximo passo é iniciar pesquisas com arqueólogos e historiadores focadas em locais específicos da cidade. O mapa mostra claramente onde ficavam o teatro e o fórum, e a possível localização de dois templos. Ironicamente, algumas escavações arqueológicas já haviam sido feitas, mas em pontos fora da cidade.

Altinum é a única grande cidade romana no norte da Itália, e uma das poucas na Europa, que não foi enterrada por construções medievais e modernas. Ela tem um tamanho comparável a Pompeia, a cidade perto de Nápoles soterrada pela erupção do vulcão Vesúvio.

A reconstrução da planta da cidade indica que ela era cercada por uma rede de rios e canais. Isso confirma a descrição feita pelo antigo geógrafo grego Estrabão (cerca 64 a.C. - cerca 24 d.C) de que Altinum era parcialmente cercada por água, afirmam os autores da pesquisa, descrita em uma comunicação breve na edição de hoje da revista científica "Science".


Rome, July 31, Ansa - The ancient coastal town of Altinum, the forefather of Venice, has been mapped out for the first time ever by an Italian team of geographers from Padua University.Using infrared aerial photography and a 3D reconstruction method, the team has created an incredibly detailed map of the town's sophisticated architecture, picking out bridges, walls, canals and houses as well as its large public buildings such as the theatre and the forum.Altinum, now located inland 15 kilometres south-east of Treviso, was already inhabited in the first millennium BC and grew in the second century BC when it was annexed to Rome.''Until now we only knew that Altinum was there, we didn't know what it was like,'' said team leader Paolo Mozzi.''In size it's comparable to Pompeii, and Altinum is the only large Roman city in northern Italy and one of the few in Europe that wasn't buried by modern and medieval cities that rose up later. That's the reason we can see the Roman age structures of the city so well,'' he said.Mozzi said the study, published in Science, indicates the existence of a ''complex urban structure'' with ''spectacular architecture'', but most importantly shows that the ancient inhabitants had adapted to the demands of living on the lagoon.''These results show that the Romans successfully managed to exploit the watery environment many centuries before the city of Venice began to emerge on the archipelago in the middle of the lagoon,'' he said.The aerial photos of the area were taken in 2007 during a drought, which has increased the visibility of the remains of the city that lie under the ground.''We see a walled city, a theatre, an amphitheatre outside the walls, the basilica, the forum with its market, then a principle road connected to the Via Annia (the Roman road through northern Italy),'' said Mozzi.''You can also see a canal that divides the city in two and heads towards the lagoon. Considering the sea level in Roman times, that canal must have been connected to the lagoon as well as with nearby rivers,'' he said, adding that the map also suggests a protected port that would have been used by merchant ships.Altinum was destroyed by Attila the Hun in 452 AD and many of its inhabitants fled to the lagoon islands that later grew into the city of Venice.Work is under way to assess the state of the structures under the ground, although the city is thought to have been dismantled' and its precious materials removed to construct the island town of Torcello and Venice.Mozzi said excavations would be complicated but that the ongoing research will help researchers understand how much of the city is still intact.


Photo: Altinum map
Ansa
Folha Online /Comunità Italiana

sábado, 25 de julho de 2009

Restos de 5 embarcações romanas são encontrados na costa de Nápoles


Carabinieri del reparto sommozzatori portano alla luce (lo scorso giugno) uno dei reperti ritrovati nei cinque relitti di navi romane trovate al largo di Ventotene nell'ambito del progetto di collaborazione tra autorità italiane e l'Aurora Trust, compagnia americana (Ap)

Roma, 25 jul (EFE).- Uma equipe de arqueólogos americanos e italianos encontrou, na costa de Nápoles, os restos de cinco embarcação comerciais romanas que transportavam diferentes mercadorias da Espanha e da Itália para o norte da África, informou hoje o jornal "Corriere della Sera". As embarcações foram localizadas graças a um rastreamento com um sonar, no litoral da ilha de Ventontene, na altura de Nápoles, e que, segundo os especialistas, naufragaram entre o século I antes de Cristo e o século V depois de Cristo.

Ventotene, cinque relitti di navi romane

Risultato di un progetto congiunto Italia-UsaGli archeologi: «E' come un museo sott'acqua»

«Un museo sott'acqua». Così Annalisa Zarattini, responsabile del Nucleo operativo archeologia subacquea Soprintendenza Beni Archeologica del Lazio ha definito i reperti ritrovati nei cinque relitti di navi ritrovate al largo delle coste dell'Isola di Ventotene. Un patrimonio archeologico il cui ritrovamento ha già fatto il giro del mondo, rilanciato dai giornali Usa, dal New York Times al Boston Globe, che hanno sottolineato come il rogetto stia procecendo in stretta collaborazione tra la Soprintendenza italiana e l'Aurora Trust, il cui team di archeologi guidati da Timmy Gamblin, ha fornito le attrezzature tecniologiche necessarie.

SONAR - Scandagliando con il sonar il fondo marino al largo di Ventotene, ha scoperto i relitti di cinque antiche navi romane, perfettamente confermate Si tratta di navi commerciali naufragate tra il primo secolo avanti Cristo e il quinto secolo dopo Cristo. Sono tra i relitti a maggiore profondità scoperti negli ultimi anni nel Mediterraneo, e proprio il fatto di essere a una profondità di circa 100 metri li ha preservati così bene. «Le navi cercavano riparo, ma non ce l'hanno fatta», spiega Timmy Gambin, capo archeologo del gruppo che ha condotto l'esplorazione. Le navi trasportavano pregiata salsa di pesce dalla Spagna al Nord Africa, e un carico di lingotti di metallo dall'Italia, destinati probabilmente alla costruzione di statue o armi. Secondo gli archeologi le navi danno indicazioni sugli scambi commerciali nell'impero romano: dapprima Roma esportava i suoi prodotti alle province in espansione, poi cominciò gradualmente a importare sempre più dalle province i prodotti che un tempo produceva.

Ma secondo Gambin la crescente popolarità delle immersioni subacquee in acque profonde minaccia i tesori archeologici del Mediterraneo. «E' una corsa contro il tempo», afferma. «Nei prossimi dieci anni ci sarà un'esplosione di immersioni subacquee e questi siti saranno accessibili ai comuni cacciatori di tesori».

Vejam fotos em

http://roma.corriere.it/roma/notizie/cronaca/09_luglio_25/reperti_ventotene-1601602424965.shtml


Corriere della Sera
25 luglio 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Nono Simpósio Internacional “Oxford” sobre Arqueoastronomia


Arqueoastronomia e etnoastronomia: construindo pontes entre as culturas

O nono Simpósio Internacional “Oxford” sobre Arqueoastronomia será realizado no Peru, em janeiro de 2011.

Para obter informações preliminares por favor acesse os “links” para as páginas associadas.

A primeira chamada para apresentação de trabalhos será enviada em Setembro de 2009. Até lá, acompanhe nestas páginas as últimas informações


Informação preliminar
A conferência principal será realizada no centro de convenções pertencente à Associação Cultural Peruano-Britânica em Miraflores, um bairro atrativo nos arredores de Lima, junto ao mar e popular entre os turistas. Uma variedade de acomodações, desde hotéis de primeira categoria até pousadas de boa qualidade a preços econômicos, estão disponíveis a uma curta distância à pé do centro de conferências, assim como muitos excelentes restaurantes.

A conferência terá a duração de cinco dias, com uma excursão que ocupará a metade do terceiro dia. Outros eventos sociais também estão sendo planejados. Depois da conferência, planejamos uma viagem de dois dias ao norte, incluindo uma visita aos Treze Torres de Chankillo.

Um encontro regional, incluindo cursos e oficinas, será realizado na semana seguinte. Terá foco na América do Sul e visa, em colaboração com SIAC, apoiar e estimular o desenvolvimento da astronomia cultural através do continente. É provável que este encontro seja realizado em um centro de convenções na vizinhança de Cusco.

Conferencistas convidados
Um dos conferencistas convidados será Gary Urton, professor de Estudos Pré-Colombianos da Universidade de Harvard, EUA.

Línguas
As conferências serão dadas em Inglês e Espanhol, com tradução simultânea entre as duas línguas. Também serão bem-vindas contribuições em Português, para as quais pretendemos providenciar a tradução simultânea para o Inglês.

Excursões
Excursão com duração de metade de um dia:
Visita arqueológica à Pachacamac, um importante centro religioso e administrativo utilizado desde o Primeiro Período Intermediário (200–600 d.C.) até o período Inca. A visita será conduzida pelo professor Krzystof Makowski, da Pontíficia Universidade Católica do Peru (PUCP), um dos principais especialistas na região e neste sítio arqueológico, realizando escavações nesta área desde 2005.

Excursão pós-conferência:
Planejamos uma viagem de dois dias para sítios na área de Casma, incluindo o agora famoso Chankillo, cujas Treze Torres têm sido aclamadas como um “observatorio” solar. A visita será conduzida pelo Dr. Ivan Ghezzi, ex-Diretor Arqueológico do Instituto Nacional de Cultura (INC) e Diretor de escavações em Chankillo desde 2001, e pelo Prof. Clive Ruggles, que trabalhou juntamente com Ghezzi na investigação das Treze Torres.

Os organizadores
Comitê Científico
A ser anunciado
Comitê Organizador Local e Regional
Clive Ruggles [Presidente]
School of Archaeology and Ancient History, University of Leicester, Reino Unido
Ivan Ghezzi
Pontificia Universidad Católica del Perú, Lima, Peru
Maria Elena Herrera
Asociación Cultural Peruano Británica, Lima, Peru
Flávia Pedroza Lima
Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, Brasil
Alejandro Martín López
Sección Etnología-Etnografía, Instituto de Antropología, Universidad de Buenos Aires, Argentina
Others to be announced

Sobre as conferências “Oxford”
Os simpósios internacionais “Oxford” sobre arqueoastronomia são as mais importantes conferências acadêmicas nas áreas de arqueoastronomia e etnoastronomia (“astronomia cultural”). Têm sido realizados em intervalos de aproximadamente quatro anos, desde 1981, no Reino Unido (duas vezes), Espanha, Bulgária, Lituânia, Estados Unidos (duas vezes) e México. O “Oxford IX” trará este evento à América do Sul pela primeira vez.

As “Oxfords” anteriores foram:
Oxford I
Setembro
1981
Oxford, Inglaterra, Reino Unido


Oxford II
Janeiro
1986
Mérida, México


Oxford III
Setembro
1990
St. Andrews, Escócia, Reino Unido


Oxford IV
Agosto
1993
Stara Zagora, Bulgária


Oxford V
Agosto
1996
Santa Fe, Novo México, EUA


Oxford VI
Junho
1999
Tenerife, Espanha


Oxford VII
Junho
2004
Flagstaff, Arizona, EUA


Oxford VIII
Julho
2007
Klaipeda, Lituânia


Oxford IX
Janeiro
2011
Lima, Peru


Para maiores informações sobre as “Oxfords” anteriores e suas publicações associadas, visite a página da Sociedade Internacional para Arqueoastronomia e Astronomia na Cultura (ISAAC).



Arqueoastronomía y etnoastronomía: construyendo puentes entre las culturas

El noveno Simposio Internacional “Oxford” sobre Arqueoastronomía tendrá lugar en Perú, en el mes de Enero de 2011.

Para obtener información preliminar por favor vea las páginas vinculadas.

El primer llamado para presentar trabajos será enviado en septiembre de 2009. Entre tanto, visite estas páginas para enterarse de la nueva información que surja.



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